quarta-feira, 20 de março de 2013

Investimento em imóveis pode garantir sua aposentadoria

O investidor brasileiro é conservador. Inflação alta durante décadas, planos econômicos mal sucedidos, alteração das regras do jogo e perda do poder de compra são alguns dos fatores que justificam a preferência pelo investimento em imóveis. O sentimento de posse, a concretude do bem, a percepção de que não há plano econômico que possa tirar esse patrimônio, explicam a escolha.

COMO INVESTIR


A maneira mais tradicional de investir é comprar imóveis residenciais, comerciais, terrenos, galpões, e alugá-los assegurando uma renda mensal. Como isso exige muito capital para a aquisição e manutenção desses imóveis, impede que pequenos e médios investidores participem desse mercado.

A escolha requer envolvimento direto e intenso do investidor na gestão da carteira de imóveis, mesmo que haja uma empresa contratada para fazer a administração dos contratos de aluguel.

Editoria de Arte/Folhapress


O investidor dispõe de outra forma de acessar esse mercado com menos dinheiro e trabalho: comprando cotas de fundos imobiliários. Diversos tipos de fundos permitem ao investidor montar uma carteira diversificada e reduzir os riscos, já que existe uma gestão profissional que seleciona os imóveis e contratos de locação para compor o patrimônio do fundo.

O fundo imobiliário mais adequado para investidores que desejam um fluxo estável de rendimentos são os com perfil de renda. Os fundos que investem em shopping center, por exemplo, compram imóveis, alugam para lojistas e distribuem a renda líquida dos aluguéis aos cotistas.

Existem fundos que exploram o segmento de lajes e galpões: compram lajes corporativas com escritórios de alto padrão e galpões industriais, alugam para empresas de grande porte e distribuem a renda para os cotistas. Eles tendem a apresentar os melhores índices de liquidez.

RISCOS

Investimentos em imóveis não são livres de risco, independentemente da forma de investir. Você estará exposto ao risco de inadimplência ou vacância, quando o imóvel perde o inquilino e não consegue substituí-lo imediatamente ou em condições favoráveis. O empreendimento, ainda em construção, pode não ser bem-sucedido como se esperava. A diminuição da taxa de ocupação imobiliária e a queda do preço dos imóveis também são eventos desfavoráveis.

A baixa liquidez, típica no investimento em imóveis, é outro risco que deve ser considerado. Não é simples vender um imóvel, não pelo preço justo de mercado, com boas condições de pagamento. O mercado de fundos imobiliários não é diferente.

Alguns fundos apresentam baixo volume de negociações, dificultando a venda e impedindo a formação do valor das cotas de forma transparente e justa. O trabalho competente da gestão profissional dos fundos imobiliários pode reduzir, mas não afasta os riscos citados.

RENTABILIDADE
Investimento em imóveis deve ser considerado como sendo de renda variável. Não tão volátil quanto o mercado de ações, mas não tão previsível quanto o de renda fixa.

São duas as fontes de ganho do investidor: os rendimentos, provenientes da renda de aluguéis durante o período da posse do imóvel; e o ganho de capital, obtido na venda do imóvel ou das cotas do fundo imobiliário.

Casa Propria: Cuidados para que sonho não vire pesadelo

É preciso checar informações sobre o dono do imóvel e as construtoras  Fria. Se imóvel tiver sido dado como garantia, por exemplo, comprador pode ter problemas no futuro.

Antes de assinar o contrato de compra e venda sonhada casa própria, o comprador deve checar a idoneidade do vendedor e procurar saber se há algum tipo de impedimento para a comercialização. "Para a maioria das pessoas, o imóvel é a maior aquisição que pode ser feita durante a vida. Logo, é necessário cuidados e uma série de documentos", observa o advogado especialista em Direito Imobiliário, Ricardo Alvim.

No caso de um imóvel usado, ele aconselha a verificar a situação dos débitos do atual proprietário no condomínio, já que as dívidas podem levar à perda do imóvel. "Para evitar problemas, é preciso solicitar a declaração negativa de débitos condominiais, assinada pelo síndico e acompanhada pela ata que elegeu o síndico", diz.

No caso de dívida do atual proprietário com a Receita Federal, o adquirente, mesmo de boa-fé, pode perder o imóvel, se a dívida já for ativa. "Nesse caso, o comprador vai ter que ingressar na Justiça contra o proprietário do imóvel para recuperar o que foi pago. E isso não é rápido, leva tempo", diz.

O corretor da RE/MAX Ouro e também advogado Paulo Viana afirma que, quanto mais certidões do imóvel e do atual proprietário o comprador tiver, maior a segurança. "É necessário saber se o proprietário pode realmente vender o imóvel. Afinal, há impedimentos legais, que acontecem nos casos de execução, interdição, penhora, entre outros".

Logo, o interessado no imóvel tem que obter certidões nas esferas cível, trabalhista e fiscal da pessoa física. Uma das recomendações simples é verificar se o CPF, no caso de pessoa física, está regular. No caso de construtoras, a saúde financeira deve ser avaliada.

O proprietário da Céu-Lar Netimóveis, Fernando de Magalhães Júnior, ressalta que a compra de um imóvel é complexa, daí a necessidade de uma vasta documentação, que vai variar se o imóvel será comprado de uma pessoa física ou jurídica, entre outras particularidades. "Um imóvel pode ser dado como garantia de dívida, pode ser penhorado. Não é só olhar a localização, as características do imóvel e comprar, é necessário fazer um estudo", diz.


Em razão dos detalhes que envolvem a compra de um imóvel, ele aconselha a ajuda de um profissional especializado. Júnior ressalta que o corretor de imóveis tem responsabilidade sobre a venda e, inclusive, pode responder por perdas e danos, em caso de problemas, de acordo com o Código Civil.

terça-feira, 19 de março de 2013

Nosso Mercado e o vínculo empregatício

Não contesto direitos trabalhistas até porque meu falecido pai era Juiz do Trabalho. Mas me preocupa a generalização da discussão sobre o vínculo empregatício dos corretores de imóveis junto às imobiliárias, sem uma fria e isenta análise do nosso mercado pelos sindicatos envolvidos.

Hoje no Brasil, 90% ( ou mais) das imobiliárias são consideradas pequenas e têm em sua constituição societária, ex corretores autônomos. Essas imobiliárias possuem em média em sua estrutura funcional, uma secretária/atendente e entre três a seis corretores, que lá atuam buscando a oportunidade para trabalhar no mercado, em uma condição que não lhes acarretem custos. Procuram esse espaço por não possuírem recursos financeiros para assumiram uma posição mais agressiva para fazer frente a um mercado agora amplamente pulverizado. Essa é a realidade do mercado imobiliário brasileiro.

Comemorar decisões do judiciário com relação ao vínculo empregatício, pode ser "um tiro no próprio pé" dos corretores de imóveis. Para as grandes imobiliárias, com mais recursos e vgv expressivos, isso não seria problema, pode até ser solução. Na crônica falta de mão de obra qualificada, elas teriam à sua disposição corretores ávidos por um emprego, já que 90% das imobiliárias citadas diminuiriam drasticamente suas equipes de corretores, simplesmente pela falta de estrutura financeira para suportar os encargos que envolveriam a contratação via CLT da equipe de corretores.

É muito importante uma ampla discussão sobre essa situação que envolve uma massa trabalhadora que gira, hoje, em torno de 200 mil corretores. O mercado segurador pode ser uma grande referência para nós.

Não podemos pensar em "vitórias", mas sim em soluções que mantenham a saúde dos nosso mercado.

Por *Haldane Teixeira - Fundador & CEO da Rede Morar, companhia fundada em 2005, onde foi iniciada no ano de 2010 sua expansão nacional. Hoje já possui escritórios em SP, MG , RJ ,RS e DF. Em Fevereiro de 2013, chegou a marca de 1.664 pontos de venda entre empresas sócias, imobiliárias, corretores autônomos licenciados e credenciados.

Para revender ou alugar, produto representa uma boa oportunidade de renda extra

Rio -  Quando pensamos no aquecimento do mercado imobiliário brasileiro, a primeira ideia que nos vem à cabeça é a do volume de lançamentos dos últimos anos. No entanto, a comercialização de imóveis usados, ou avulsos, também está muito movimentada, e apresenta boas oportunidades para quem quer investir neste tipo de produto.
Condomínio Bora Bora, na Barra, possui unidades à venda | Foto: Divulgação
Corretor de imóveis há mais de 30 anos, Renato Teixeira diz que a estabilidade da economia brasileira favorece a prática de comprar um imóvel antigo, fazer uma reforma, e o revender por um valor mais alto. “Até mesmo no mercado americano, onde há uma crise econômica, essa modalidade está indo bem”, comenta Teixeira.
Romulo, da Champions: boa opção | Foto: Divulgação
De acordo com Romulo Aquino, diretor da Champions Consultoria Imobiliária, os usados também são os preferidos por quem deseja se mudar imediatamente, para não pagar mais aluguel, ou por mudanças sofridas na estrutura familiar. “Geralmente, o imóvel ficou pequeno demais, porque a família cresceu, ou grande demais, porque os filhos se casaram”, explica Aquino.

Financiamentos diferentes

Para Sandro Santos, diretor da Sawala Imobiliária, além da vantagemde pagar o financiamento já morando, os imóveis avulsos são ideais para quem compra já pensando em alugar e, assim, gerar uma renda extra. “Já tivemos casos em que o cliente escriturou um imóvel com outro cliente interessado em alugar o mesmo”, exemplifica o corretor.
Porém, é preciso ficar atento à diferença de financiamento entre este tipo de imóvel e de um novo. “O processo é diferente de um imóvel na planta. Isso vai desde a parte da documentação até as taxas de juros e a modalidade de financiamento. O percentual financiado do valor do imóvel varia de banco para banco”, alerta Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria e especialista em financiamentos habitacionais.

Cuidados ao comprar um imóvel de segunda mão

Para quem também está à procura de um imóvel usado, seja para investir ou morar, é importante estar atento a algumas dicas valiosas. Para Renato Teixeira, da RE/MAX, um ponto que se destaca é verificar a estrutura da unidade com bastante cautela, para evitar problemas com as partes elétrica ou hidráulica. Também é preciso analisar, no caso da necessidade de uma reforma, quanto seria gasto, em média, para verificar se o investimento vai valer a pena.
Sandro Santos, da Sawala Imobiliária, diz que outro princípio básico é verificar toda a documentação do imóvel e do vendedor antes de fechar negócio.
“É importante ver se o imóvel tem dívidas com o condomínio, com o IPTU, ou algo que possa comprometer a compra”, alerta.
Outra dica importante, de acordo com Santos, é ir ao imóvel em dias e horários diferentes, principalmente à noite, para ver se é seguro e tem transporte próximo, entre outros pontos.

Boa opção fazer um investimento

Com as baixas taxas de juros em outros tipos de investimentos financeiros, como a caderneta de poupança, comprar um imóvel usado para alugar pode representar uma boa oportunidade de ter uma renda extra. Para Renato Teixeira, a nova lei do inquilinato oferece garantias jurídicas aos proprietários, o que torna esse tipo de investimento muito mais seguro.
“Os retornos obtidos com a rentabilidade do aluguel de imóveis estão muito interessantes”, avalia Teixeira.
De acordo com Alexandre Parente, vice-presidente administrativo da Renascença Administradora, imóveis que já oferecem ao futuro locatário todas as condições de se ocupar imediatamente são os que são alugados mais rápido. Esse tipo de produto é o preferido para quem tem urgência em alugar uma residência.
“Benfeitorias como armários, esquadrias de alumínio e box blindex nos banheiros colocam um imóvel em vantagem em relação a outros que não tenham estes itens”, alerta Parente.

Por: O Dia Online

segunda-feira, 18 de março de 2013

Imóveis: um ótimo investimento para 2013

 Comprar imóveis para investimento sempre foi um ótimo negócio historicamente. Mesmo com uma grande valorização do metro quadrado nos últimos anos, 2013 continua sendo um ótimo momento para as pessoas que pensam em comprar um imóvel

As pessoas que compraram imóveis nos últimos quatro anos conseguiram uma valorização em torno 80% com o aquecimento do mercado imobiliário. Diversas foram as causas para este aquecimento: aumento do poder aquisitivo da população brasileira, diminuição dos juros e os incentivos pontuais do governo como o programa Minha Casa Minha Vida.

Mas o fator principal desta mudança, sem dúvida, foi a disponibilidade de crédito no mercado e o aumento do prazo para pagamento das parcelas. Em muitos casos, o valor de uma prestação do financiamento é o mesmo, ou até mesmo menor, do que a parcela de um aluguel. A diferença está na ótima sensação de estar construindo um patrimônio e não pagando um simples aluguel.

O ano de 2012 foi marcado pela diminuição histórica da Selic. Ao mesmo tempo que está baixa impactou positivamente a taxa de juros do crédito imobiliário, puxando o valor para baixo, o fato de o mercado financeiro remunerar investidores com rendimentos mensais menores, despertou ainda mais os olhos de potenciais investidores que viram nos imóveis a possibilidade de rendimentos anuais na casa dos dois dígitos, diferente da média de 6 a 8% de remuneração de um CDB no banco, por exemplo.

Os fundos imobiliários também atraíram muito a atenção de pessoas que estão em busca de boas rentabilidades. Cada vez mais estruturados e profissionalizados, estes fundos contam ainda com a isenção de imposto de renda para seus cotistas, o que deixa a rentabilidade de bons projetos, ainda mais interessante.

A compra de imóveis para locação, também está em alta. Ao mesmo tempo que um proprietário de imóvel tem ganhos em torno de 0,5% mês, o imóvel ainda conta com a sua valorização anual, que em 2012, ficou na casa dos 16% na média nacional.

Para quem ainda não comprou um imóvel e que pretende comprar em breve, a boa notícia é que ainda haverá boas oportunidades no mercado. O Brasil conta com uma demanda reprimida de mais ou menos 1,5 milhão de novas famílias por ano de potenciais compradores.

A disponibilidade de crédito no mercado faz com que as incorporadoras criem cada vez mais projetos diferenciados, para diferentes públicos, muitas vezes em regiões novas que sofrerão uma boa valorização com o tempo.

É válido lembrar que o Brasil é a sexta maior economia do mundo. Porém, em 2012, o valor médio do metro quadrado no país foi apenas o 64º maior do mundo. Ou seja, temos uma janela muito positiva para valorização.

O fato de o nosso país estar próximo de grande eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, faz com que inúmeros investimentos de infraestrutura sejam realizados nas principais capitais brasileiras, consequentemente valorizando as regiões do entorno onde surgirão estas novas benfeitorias.

Para aquelas pessoas que planejam adquirir imóvel, é importante lembrar que é importante o auxílio de um profissional cadastrado ao Creci de seu estado. Como também é imprescindível estar a par da saúde financeira da construtora a qual estão comprando o imóvel e ter uma boa percepção da valorização e desenvolvimento da região em que estão comprando este bem.
Historicamente a compra de imóvel é muito positiva e milhares de pessoas, em todo o mundo, ganham boa quantidade de dinheiro com este tipo de investimento. Como dizem o antigo ditado “quem compra imóvel ou terra, não erra”.

Por: Diogo Schroeder Horn
Empresário e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE)
Porto Alegre / RS

sexta-feira, 15 de março de 2013

Arquitetos transformaram pequenos espaços em locais aconchegantes

Profissionais buscam saídas em nichos, prateleiras, espelhos e ambientes integrados

A metragem reduzida de imóveis com 35m², 46m² e 48m² fez os arquitetos Gerson Dutra Sá, Fernanda Marques e Sabrine Santos buscarem soluções na hora de otimizar espaços. Os profissionais abusaram de prateleiras, nichos, bancadas e muita integração para não deixar nenhum ambiente de fora. Também usaram tons neutros, variando entre o branco e o bege, com o objetivo de aumentar a sensação de amplitude.

O objetivo de Gerson Dutra Sá na reforma do imóvel de 35m², localizado no bairro Vila Nova Conceição, na capital paulista, era trazer ares modernos e muita praticidade. O arquiteto logo buscou atender às expectativas do cliente jovem e solteiro que desejava morar em espaços integrados. “Apesar da metragem reduzida, consegui incluir todos os ambientes necessários. Recorri ao design e à cozinha gourmet para diferenciar o projeto”, afirma Dutra.

 Despojamento, modernidade e integração; o arquiteto Gerson Dutra Sá procurou seguir essas orientações.

O arquiteto também abusou do Feng Shui ao escolher as cores da decoração. Detalhes em amarelo (com referência à ideia de prosperidade) foram colocados nos nichos da cozinha. A bancada da pia e o aparador da sala receberam o preto (que desperta insights e é bom para o trabalho), o cinza foi usado em painéis para dar sensação de equilíbrio e o branco (que estimula a criatividade) espalhado na pintura do imóvel.
O quarto ficou mais charmoso com o painel de madeira e o rasgo de luz no teto
Durante a reforma de três meses, Dutra ainda recorreu a alguns truques para aumentar a sensação de amplitude do apartamento. Portas de correr foram espalhadas pelos espaços e o mesmo acabamento em granito foi usado na bancada da pia e na área de serviço.

Outra medida que otimizou a metragem do apartamento foi a instalação de armários próximos à área do escritório. O sistema de luz colocado nos ambientes – repleto de rasgos no teto, LEDs e dicróicas – também diferenciou o projeto e garantiu um charme extra à decoração.

Varanda gourmet vira extensão da sala

O apartamento de 46m² decorado pela arquiteta Fernanda Marques teve cada centímetro de sua planta aproveitado. Tanto que a metragem reduzida não impediu a profissional de incluir ambientes como escritório e varanda gourmet no projeto. Tudo, é claro, integrado e bem otimizado. “O imóvel recebeu decoração voltada a pessoas práticas e que buscam um modo simples de viver e se organizar”, diz.
As pendentes da cozinha fornecem iluminação pontual à bancada
Recursos como nichos, prateleiras, aparadores, armários embutidos e espelhos foram usados para aumentar o tamanho dos ambientes. Fernanda também abusou da ideia de selecionar apenas o essencial na decoração.

“Evitei colocar somente peças bonitas e investi no que era realmente importante, como a bancada de refeição”, afirma. Outro truque que economizou espaço foi apostar em almofadas na cama ao invés de uma cabeceira.

A varanda gourmet do imóvel foi organizada de modo a funcionar como extensão da área útil e oferecer mais possibilidades na hora de receber amigos. Quanto às cores, a arquiteta escolheu tons neutros que oferecessem harmonia ao apartamento. Ripas de madeira também marcaram presença, tanto em painéis quanto em portas, aumentando a sensação de conforto e aquecimento no local.
A arquiteta aproveitou o espaço da varanda gourmet como extensão da área útil do apartamento
Flat abusa do branco e de ambientes integrados

Unir dois flats de 24m², de estruturas semelhantes, em um só imóvel foi a primeira etapa do projeto encomendado à arquiteta Sabrine Santos, em São Paulo. A integração dos espaços foi feita com a ajuda de uma porta de correr e o uso intenso da cor branca na decoração reforçou a ideia de amplitude. “O cliente era um empresário que desejava ter um lugar tranquilo onde ficar na cidade. Então, procuramos organizar o imóvel de maneira simétrica, caso fosse necessário redividi-lo no futuro”, diz a profissional.
A decoração da arquiteta Sabrine Santos valorizou o branco e as transparências
Os ambientes foram agrupados de modo a conseguir mais conforto para o cliente. Escritório, quarto e banheiro ficaram de um lado e, sala, mesa de jantar, cozinha e mais um banheiro, na outra parte do imóvel. O empresário queria ainda uma decoração totalmente branca e Sabrine não hesitou em apostar em móveis laqueados, peças transparentes e piso de resina.
Totalmente embutida, a cozinha do flat decorado por Sabrine tem nichos internos e portas de correr
A arquiteta valorizou a estética clean, mas também selecionou elementos coloridos que se destacassem nas áreas neutras. A cabeceira da cama recebeu um estofamento em tom de bege, as paredes foram pintadas de cores discretas (mas não brancas) e os armários laqueados com detalhes espelhados. “Elementos e recortes arredondados ajudaram a dividir o ambientes de forma suave”, afirma Sabrine.

Alternativas que aumentassem o tamanho do flat não faltaram na reforma de Sabrine. A profissional embutiu a cozinha em um armário de 3,6 metros no corredor que une os dois imóveis, e aproveitou os nichos internos para armazenar da pia ao porta-talheres e assim trazer praticidade ao local. Portas de correr ajudaram a otimizar o espaço.

Fonte: O Dia (Por: Bruna Bessi, do IG)

Fãs criam réplicas de sucessos do cinema para decorar suas casas

O pirata Jack Sparrow e o Batman serviram de inspiração no ar cinematográfico de algumas residências


Existem alguns fãs são capazes de tudo (ou quase) para se sentir como seu ídolo. Um exemplo é Valeria Lukyanova, conhecida como a "Barbie humana", que fez uma série de plásticas para tentar ficar idêntica a famosa boneca. Outros já preferem reservar um cantinho da casa para homenagear seus respectivos ídolos.

O site "The Huffington Post" listou alguns desses espaços temáticos em diversas residências como essa sala inspirada no clássico O Mágico de Oz (foto principal) com direito até um "Homem de Lata" escondido atrás de uma cortina. No local existe da Cidade das Esmeraldas, local fictício onde se passava a história, além de um tapete com a famosa estrada de tijolos amarelos.

Um fã resolveu fazer da sala de cinema a sua própria "Batcaverna". O local é decorado com vários símbolos do "Homem-Morcego", além de ter exposto um uniforme do super-herói.

A Sala de cinema na Batcaverna
Consagrado pelo ator Johnny Depp, o pirata Jack Sparrow e o personagem central da série "Piratas do Caribe". Nesta casa, além de uma estátua de Sparrow, foi construída na beira da piscina uma réplica do Wicked Wench, a embarcação do pirata mais famoso do cinema.
Jack Sparrow, personagem dos Piratas do Caribe
Por: O Dia