O governador Geraldo Alckmin entregou na última quinta-feira, 28, 172 apartamentos construídos pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) na capital paulista para moradores do Complexo Paraisópolis. Participaram da cerimônia de entrega de chaves o secretário de Estado da Habitação, Silvio Torres, e o presidente da CDHU, Antonio Carlos do Amaral Filho.
A entrega aqui é a realização de um grande sonho de 172 famílias da comunidade de Paraisópolis, que estavam em área de risco. Famílias de menor renda que passam a ter a casa própria, ressaltou Alckmin. São apartamentos novinhos num novo padrão de qualidade, todos com dois dormitórios e ligação individualizada de luz e água, completou.
Localizado à rua Doutor Laerte Setúbal, o Residencial Vila Andrade é composto de quatro blocos de sete pavimentos e três blocos com cinco pavimentos. Possui áreas de lazer, dois salões para festas, duas portarias, estacionamentos, medição individualizada de água e gás canalizado.
Os apartamentos contam com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e área construída entre 48,07 m² e 50,35 m². As unidades têm revestimento interno em gesso com acabamento em látex PVA, piso com revestimento cerâmico em todos os cômodos e azulejos até o teto no banheiro e nas paredes hidráulicas da cozinha e da área de serviço. Cinco unidades foram adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida.
Na construção do Residencial Vila Andrade foram investidos R$ 14,6 milhões. O empreendimento integra o Projeto de Urbanização do Complexo de Paraisópolis, ação integrada dos governos federal, estadual e municipal, para melhorar as condições urbanas e socioambientais da região. A ação abrange sete núcleos de favelas, onde vivem cerca de 20 mil famílias, aproximadamente 80 mil pessoas.
Ao todo, a CDHU irá construir 1.582 moradias para apoiar a intervenção executada pela prefeitura. Além deste empreendimento, construído dentro da área de intervenção, mais 550 famílias já foram beneficiadas com moradias no bairro do Campo Limpo e Vila Andrade.
(Redação Agência IN)
terça-feira, 2 de abril de 2013
Caixa busca qualidade no Minha Casa, Minha Vida
A Caixa Econômica Federal apresentou às entidades da construção, na semana passada, em Brasília, um conjunto de ações que pretende implementar, com o objetivo de aprimorar a qualidade dos empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, e não somente olhar para o desempenho em termos de metas.
Presente ao encontro, o vice-presidente de Habitação Popular do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, ressaltou a importância de as medidas ?não desestimularem as empresas da construção, não se transformando em mais um obstáculo dentre tantos que estas já enfrentam na execução do empreendimento?. Para ele, as medidas serão positivas se motivarem as construtoras cada vez mais a serem parceiras do governo federal, para que o programa atinja seu objetivo social. Robusti esteve acompanhado do gerente de Habitação Popular do sindicato, Elcio Sigolo.
Como parte da campanha, será implementada a ?entrega educativa do imóvel?. Ao receber sua unidade habitacional, cada mutuário receberá uma cartilha sobre o empreendimento, orientando-o quanto aos procedimentos de uso e conservação do imóvel.
A Caixa informou que pretende melhorar a publicidade sobre o PMCMV por meio de canais de comunicação. E que manterá as empresas informadas sobre o andamento de seus processos por meio eletrônico, dando maior transparência à comunicação.
Também foram refirmadas outras medidas já anunciadas em São Paulo, como: a obrigatoriedade de todos os empreendimentos para a faixa 1 serem entregues com piso; o credenciamento de empresas para realizarem a gestão condominial, mediante o emprego de meio ponto percentual dos 2% das verbas sociais; e a agilização dos processos de aprovação, com mais autonomia para a Gidur (Gerência de Desenvolvimento Urbano) e com a redução dos chek lists da análise documental, diminuindo o número de documentos de 64 para 48.
Pela Caixa estiveram presentes José Urbano Duarte, vice-presidente de Governo e Habitação; Teotônio Costa Rezende, diretor executivo de Habitação; Roberto Ceratto, superintendente nacional de Habitação Social.
A Caixa Econômica Federal apresentou às entidades da construção, na semana passada, em Brasília, um conjunto de ações que pretende implementar, com o objetivo de aprimorar a qualidade dos empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, e não somente olhar para o desempenho em termos de metas.Presente ao encontro, o vice-presidente de Habitação Popular do SindusCon-SP, João Claudio Robusti, ressaltou a importância das medidas,não desestimularem as empresas da construção, não se transformando em mais um obstáculo dentre tantos que estas já enfrentam na execução do empreendimento. Para ele, as medidas serão positivas se motivarem as construtoras cada vez mais a serem parceiras do governo federal, para que o programa atinja seu objetivo social. Robusti esteve acompanhado do gerente de Habitação Popular do sindicato, Elcio Sigolo.
Como parte da campanha, será implementada a entrega educativa do imóvel. Ao receber sua unidade habitacional, cada mutuário receberá uma cartilha sobre o empreendimento, orientando-o quanto aos procedimentos de uso e conservação do imóvel.
A Caixa informou que pretende melhorar a publicidade sobre o PMCMV por meio de canais de comunicação. E que manterá as empresas informadas sobre o andamento de seus processos por meio eletrônico, dando maior transparência à comunicação.
Também foram refirmadas outras medidas já anunciadas em São Paulo, como: a obrigatoriedade de todos os empreendimentos para a faixa 1 serem entregues com piso; o credenciamento de empresas para realizarem a gestão condominial, mediante o emprego de meio ponto percentual dos 2% das verbas sociais; e a agilização dos processos de aprovação, com mais autonomia para a Gidur (Gerência de Desenvolvimento Urbano) e com a redução dos chek lists da análise documental, diminuindo o número de documentos de 64 para 48.
Pela Caixa estiveram presentes José Urbano Duarte, vice-presidente de Governo e Habitação; Teotônio Costa Rezende, diretor executivo de Habitação; Roberto Ceratto, superintendente nacional de Habitação Social.
Caixa pode pagar multa de R$ 10 milhões por venda casada em crédito imobiliário
Isso porque uma ação civil pública foi ajuizada pelo MPF/ES (Ministério Público Federal no Espírito Santo), que acredita que a Caixa se utiliza da posição privilegiada que desfruta no mercado de crédito para vincular a liberação dos financiamentos à aquisição de outros produtos e constranger os consumidores a contratarem serviços que a eles não interessam.
Para o Ministério, a prática, que é conhecida como "venda casada", é ainda mais grave quando praticada por uma empresa pública federal, selecionada pelo governo para funcionar como operadora do Sistema Financeiro de Habitação e contribuir para a implementação do direito fundamental à moradia.
Punições
Além das multas, o MPF/ES também quer que sejam inseridas informações sobre os atos que constituem venda casada nos contratos de financiamento firmados com o banco e que seja declarado como venda casada qualquer ação que indique a necessidade de aquisição de outro produto ou serviço, sob pena de tratamento menos vantajoso ao consumidor.
A instituição também será proibida de fazer distinção de tratamento entre consumidores correntistas e não-correntistas e obrigada a divulgar em suas agências e empresas terceirizadas as principais informações sobre os financiamentos imobiliários.
A Caixa Econômia Federal informou em nota que "ainda não foi citada no processo mencionado, mas reafirma que não pratica venda casada". Além disso, alegou que a obtenção de financiamento do Programa Minha Casa Minha Vida, em nenhuma hipótese, está condicionada à aquisição de outros produtos, sendo que os financiamentos do programa podem ser obtidos por qualquer pessoa independente de ter ou não relacionamento com o banco.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Mercado aquecido atraiu novos empreendimentos
O aquecimento do mercado incentivou praticamente todas as grandes construtoras da cidade em investir no setor. A Vectra, por exemplo, em 2010, fechou com 20% da pasta de imóveis lançados voltados para o setor comercial, com parte dos empreendimentos entregues no Centro Cívico, também na região sul, e a maior parte em construção na Gleba Palhano. "São três torres de salas comerciais, com metragens que variam de 50m² a 506 m², além dos empreendimentos mixed-use, com lojas nos pisos térreos, como no Evolution Home Ayrton Senna", diz o coordenador de comunicação da empresa, Fábio Mansano. Além do crescimento flagrante do bairro, a oferta de terrenos na região de zoneamento comercial também foi decisiva para os investimentos. Um deles, inclusive, tem um posicionamento estratégico. "No caso do Palhano Square Garden, o empreendimento é vizinho da futura sede da Unimed Londrina", diz Mansano, o que certamente vai atrair muitos consultórios médicos para a região.
No entanto, apesar de reconhecer o intenso desenvolvimento da construção voltada ao comércio nos últimos anos, Gerson Guariente, presidente do Sinduscon, diz acreditar que o setor comercial sofrerá uma desaceleração gradual em breve. Essa tendência de queda já está sendo registrada nos imóveis comerciais usados. Dados do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi) apontam a elevação na oferta de imóveis usados para venda. Em Londrina, o número cresceu 3,91% no mês de fevereiro em relação a janeiro deste ano e 112,78% em relação a fevereiro de 2012. "Com tantos imóveis novos, especialmente na Gleba, possivelmente a demanda ora existente seja atendida." Para ele, tudo não passa de uma acomodação de mercado, que está sendo muito bem aproveitada pelos empresários da construção civil e pelos compradores. (G.R.)
No entanto, apesar de reconhecer o intenso desenvolvimento da construção voltada ao comércio nos últimos anos, Gerson Guariente, presidente do Sinduscon, diz acreditar que o setor comercial sofrerá uma desaceleração gradual em breve. Essa tendência de queda já está sendo registrada nos imóveis comerciais usados. Dados do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi) apontam a elevação na oferta de imóveis usados para venda. Em Londrina, o número cresceu 3,91% no mês de fevereiro em relação a janeiro deste ano e 112,78% em relação a fevereiro de 2012. "Com tantos imóveis novos, especialmente na Gleba, possivelmente a demanda ora existente seja atendida." Para ele, tudo não passa de uma acomodação de mercado, que está sendo muito bem aproveitada pelos empresários da construção civil e pelos compradores. (G.R.)
Retomada depende de áreas adequadas para construção
Divulgação
As principais características do ano passado foram a redução dos empreendimentos e a redução dos estoques disponíveis
Comparando janeiro de 2012 e de 2013, as vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo caíram 20,6%, enquanto os lançamentos diminuíram 2,1%, segundo o sindicato da habitação (Secovi).Os números são melhores no conjunto da região metropolitana (capital mais 38 cidades da Grande São Paulo), com o crescimento das vendas atingindo 11,5% no período. Sazonalmente, o primeiro trimestre costuma ser fraco para o setor imobiliário, mas, além disso, não parecem ter sido removidos os principais entraves ao setor.
O ano passado foi caracterizado pela conclusão de empreendimentos e pela redução de estoques. A retomada prevista para este ano depende não apenas da demanda, mas da existência de áreas adequadas aos novos lançamentos, do poder aquisitivo dos mutuários finais e das condições gerais da economia. As três hipóteses não estão plenamente satisfeitas, pois, em média, os preços pedidos subiram mais que os salários, muitos compradores estão endividados e o ritmo geral das atividades é lento.
Um ingrediente necessário, mas insuficiente para a retomada, é a oferta de crédito. Grandes bancos esperam alta de 30% na oferta de crédito. Entre os meios que assegurariam esse crescimento estaria a elevação do teto dos financiamentos pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) de R$ 500 mil para R$ 750 mil, proposta ao governo por agentes financeiros privados e públicos, como a Caixa Econômica Federal (CEF). Isso facilitaria a comercialização de imóveis para a classe média nas metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro.
A questão central parece ser a da disposição do comprador de tomar crédito para adquirir imóvel novo ou trocar o imóvel.
No regime (passado) de juros reais elevados, era maior a possibilidade de assumir prestações altas, quando o mutuário tinha reservas financeiras bem remuneradas. Agora, nem a perspectiva de valorização dos imóveis, como ocorreu nos últimos anos, continua presente, o que é um desestímulo a mais.
Uma análise divulgada na segunda quinzena de março pelo departamento de economia do Bradesco mostrou um recuo trimestral de 9,5% nas vendas de imóveis na capital, numa comparação que elimina os efeitos sazonais. Mas o índice de velocidade das vendas cresceu em relação a dezembro - um fato positivo.
O comportamento das construtoras parece essencial para a recuperação, pois poucas divulgaram balanços favoráveis relativos a 2012. Embora os empreendedores imobiliários continuem otimistas, é provável que prefiram evitar riscos excessivos. (Fonte: O Estado de S. Paulo)
Governo garante mais de R$ 112 mi da CEF para financiar 50 obras
Governo garante mais de R$ 112 mi da CEF para financiar 50 obrasDa Redação
Agência Pará de NotíciasFernando Nobre/ Ag. Pará

Helenilson Pontes e Evandro Narciso de Lima assinaram a operação de crédito, para financiamento de obras de saneamento, habitação e urbanizaçãoFernando Nobre/ Ag. Pará

A assinatura da operação de crédito aconteceu durante reunião, com as participações do secretário Márcio Spíndola, de Noêmia Jacob, Antônio Braga e outros gestores
O governo do Pará garantiu recursos superiores a R$ 112 milhões, para financiar cerca de 50 obras em andamento no Estado, entre ampliação, melhorias de sistema de abastecimento de água, coleta de esgoto sanitário, urbanização e habitação, em mais de 15 municípios. A operação de crédito foi firmada no final da tarde desta quarta-feira (27) entre o governador em exercício, Helenilson Pontes, e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Evandro Narciso de Lima. A solenidade de assinatura contou com as presenças de Márcio Spíndola, secretário de Estado de Integração Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano; Noêmia Jacob, presidente da Companhia de Habitação do Pará (Cohab), e de Antônio Braga, presidente da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa).
Os recursos, que totalizam R$ 112.078.943,39, vão garantir a execução de obras de infraestrutura, nas áreas de saneamento básico, urbanização e habitação, beneficiando as populações de Belém, Marituba, Igarapé-Miri, Monte Alegre, Ananindeua, Castanhal, Marabá, Santarém, Dom Eliseu, Oriximiná, Soure, Uruará, Nova Esperança do Piriá, Abaetetuba, Bragança, Breves, Capanema e Santa Izabel do Pará.
As obras são executadas pela Secretaria de Estado de Integração Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Seidurb), Cosanpa e Cohab. Os recursos são oriundos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Orçamento Geral da União (OGU).
Para o governador do Estado em exercício, Helenilson Pontes, esse tipo de operação de crédito só foi possível graças à situação fiscal positiva em que o Estado do Pará se encontra. "Todo esse trabalho é para cumprir os compromissos do governo com a população paraense", ressaltou Helenilson Pontes.
Habitação - A Cohab receberá a maior parcela dos recursos, para investir em 22 contratos de obras. Serão construídas mais de 5 mil unidades habitacionais e executadas 1,5 mil melhorias habitacionais, como a reurbanização de áreas, com pavimentação de vias; drenagem; sistema de tratamento de água e esgoto, e regularização fundiária.
Esses investimentos beneficiarão cerca de 17 mil famílias em Belém, Castanhal e Santa Izabel. Também serão investidos recursos nas comunidades quilombolas do Uicatu, em Mocajuba (município da região do Tocantins) e em aldeias dos povos indígenas Suruí/Sororós e Guarani.
Para Noêmia Jacob, os recursos vão acelerar as obras destinadas a melhorar as condições de vida de milhares de habitantes do Estado.
Saneamento - A Cosanpa investirá em obras de abastecimento de água em Ananindeua, Marituba, Castanhal, Santarém, Igarapé-Miri e Monte Alegre, e em sistemas de coleta de esgoto em Marituba, Belém, Marabá e Dom Eliseu. São 18 contratos de obras para utilização dos recursos. "Vamos poder cumprir os compromissos com as empreiteiras e exigir mais celeridade na condução das obras", frisou Antônio Braga.
A Seidurb utilizará os recursos em 10 obras, já em andamento nos municípios de Nova Esperança do Piriá, Abaetetuba, Bragança, Dom Eliseu, Breves, Capanema e Tailândia. Em Marabá, mais de mil famílias também serão beneficiadas.
Outro grande investimento será nas obras da Bacia do Tucunduba, em Belém, a segunda maior bacia da capital. A obra consiste em um conjunto de intervenções urbanísticas nos bairros do Marco, Canudos, Guamá e Terra Firme.
Texto:
Marcio Flexa - Vice-Governadoria
Fone: (91) 3201-3631 / (91) 8895-7250
Email: marcio.flexa@vicegov.pa.gov.br
Vice-Governadoria do Estado
Centro Integrado de Governo - CIG, 2o andar - Avenida Nazaré, 871, CEP: 66035-145
Fone: (91) 3201-3631
Site: www.pa.gov.br Email: vicegov.pa@gmail.com
Agência Pará de NotíciasFernando Nobre/ Ag. Pará
Helenilson Pontes e Evandro Narciso de Lima assinaram a operação de crédito, para financiamento de obras de saneamento, habitação e urbanizaçãoFernando Nobre/ Ag. Pará
A assinatura da operação de crédito aconteceu durante reunião, com as participações do secretário Márcio Spíndola, de Noêmia Jacob, Antônio Braga e outros gestores
O governo do Pará garantiu recursos superiores a R$ 112 milhões, para financiar cerca de 50 obras em andamento no Estado, entre ampliação, melhorias de sistema de abastecimento de água, coleta de esgoto sanitário, urbanização e habitação, em mais de 15 municípios. A operação de crédito foi firmada no final da tarde desta quarta-feira (27) entre o governador em exercício, Helenilson Pontes, e o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Evandro Narciso de Lima. A solenidade de assinatura contou com as presenças de Márcio Spíndola, secretário de Estado de Integração Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano; Noêmia Jacob, presidente da Companhia de Habitação do Pará (Cohab), e de Antônio Braga, presidente da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa).
Os recursos, que totalizam R$ 112.078.943,39, vão garantir a execução de obras de infraestrutura, nas áreas de saneamento básico, urbanização e habitação, beneficiando as populações de Belém, Marituba, Igarapé-Miri, Monte Alegre, Ananindeua, Castanhal, Marabá, Santarém, Dom Eliseu, Oriximiná, Soure, Uruará, Nova Esperança do Piriá, Abaetetuba, Bragança, Breves, Capanema e Santa Izabel do Pará.
As obras são executadas pela Secretaria de Estado de Integração Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Seidurb), Cosanpa e Cohab. Os recursos são oriundos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Orçamento Geral da União (OGU).
Para o governador do Estado em exercício, Helenilson Pontes, esse tipo de operação de crédito só foi possível graças à situação fiscal positiva em que o Estado do Pará se encontra. "Todo esse trabalho é para cumprir os compromissos do governo com a população paraense", ressaltou Helenilson Pontes.
Habitação - A Cohab receberá a maior parcela dos recursos, para investir em 22 contratos de obras. Serão construídas mais de 5 mil unidades habitacionais e executadas 1,5 mil melhorias habitacionais, como a reurbanização de áreas, com pavimentação de vias; drenagem; sistema de tratamento de água e esgoto, e regularização fundiária.
Esses investimentos beneficiarão cerca de 17 mil famílias em Belém, Castanhal e Santa Izabel. Também serão investidos recursos nas comunidades quilombolas do Uicatu, em Mocajuba (município da região do Tocantins) e em aldeias dos povos indígenas Suruí/Sororós e Guarani.
Para Noêmia Jacob, os recursos vão acelerar as obras destinadas a melhorar as condições de vida de milhares de habitantes do Estado.
Saneamento - A Cosanpa investirá em obras de abastecimento de água em Ananindeua, Marituba, Castanhal, Santarém, Igarapé-Miri e Monte Alegre, e em sistemas de coleta de esgoto em Marituba, Belém, Marabá e Dom Eliseu. São 18 contratos de obras para utilização dos recursos. "Vamos poder cumprir os compromissos com as empreiteiras e exigir mais celeridade na condução das obras", frisou Antônio Braga.
A Seidurb utilizará os recursos em 10 obras, já em andamento nos municípios de Nova Esperança do Piriá, Abaetetuba, Bragança, Dom Eliseu, Breves, Capanema e Tailândia. Em Marabá, mais de mil famílias também serão beneficiadas.
Outro grande investimento será nas obras da Bacia do Tucunduba, em Belém, a segunda maior bacia da capital. A obra consiste em um conjunto de intervenções urbanísticas nos bairros do Marco, Canudos, Guamá e Terra Firme.
Texto:
Marcio Flexa - Vice-Governadoria
Fone: (91) 3201-3631 / (91) 8895-7250
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Obras de casas populares podem recomeçar em abril
Habitação prevê que nova empresa assuma obras do Minha Casa, Minha Vida no Lagoa Nova
Karla Gigo
As obras das 448 unidade habitacionais do programa federal Minha Casa, Minha Vida, no Jardim Lagoa Nova, poderão ser retomadas em abril. Ao menos, essa é a previsão do secretário de Habitação, Alex Marques Rosa. As obras no local pararam após a empresa que as executava anunciar falência. De acordo com Alex, a construtora não conseguiu arcar com os compromissos. A obra era uma realização entre a Caixa Econômica Federal e a empresa contratada, e a Prefeitura era apenas responsável por organizar a demanda das famílias. Como a empresa "quebrou", a Caixa tentou, de várias maneiras, chamar uma nova empresa para retomar o empreendimento. "Nesse período que ficou parada, a obra começou a se deteriorar, o que dificultou o interesse de outras empresas em dar continuidade".
Karla Gigo
As obras das 448 unidade habitacionais do programa federal Minha Casa, Minha Vida, no Jardim Lagoa Nova, poderão ser retomadas em abril. Ao menos, essa é a previsão do secretário de Habitação, Alex Marques Rosa. As obras no local pararam após a empresa que as executava anunciar falência. De acordo com Alex, a construtora não conseguiu arcar com os compromissos. A obra era uma realização entre a Caixa Econômica Federal e a empresa contratada, e a Prefeitura era apenas responsável por organizar a demanda das famílias. Como a empresa "quebrou", a Caixa tentou, de várias maneiras, chamar uma nova empresa para retomar o empreendimento. "Nesse período que ficou parada, a obra começou a se deteriorar, o que dificultou o interesse de outras empresas em dar continuidade".
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