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quarta-feira, 5 de junho de 2013
SP terá 500 imóveis do centro desapropriados pelo Estado
O governo do Estado pretende publicar, até o fim do mês, decretos de desapropriação de cerca de 500 imóveis na região central da capital paulista. Os terrenos, em bairros como República, Sé e Brás, serão destinados à criação de 20 mil unidades habitacionais para famílias que ganham até dez salários mínimos, como parte do programa Casa Paulista.
Parceria dos governos federal, estadual e municipal com a iniciativa privada, o projeto foi citado como exemplo de projeto urbanístico de larga escala ontem, durante um dos painéis do New Cities Summit (Comitê das Novas Cidades), evento internacional de urbanismo que está sendo realizado no Auditório do Ibirapuera.
Os novos imóveis ficarão perto de estações de metrô e trem e devem ter espaço para lojas e serviços. Para tirar o projeto do papel, será necessário investir R$ 4,6 bilhões em uma Parceria Público-Privada. Em troca da construção dos edifícios, as empreiteiras escolhidas poderão explorar economicamente esses comércios por 14 a 20 anos. O edital fica em consulta pública até domingo.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Parceria dos governos federal, estadual e municipal com a iniciativa privada, o projeto foi citado como exemplo de projeto urbanístico de larga escala ontem, durante um dos painéis do New Cities Summit (Comitê das Novas Cidades), evento internacional de urbanismo que está sendo realizado no Auditório do Ibirapuera.
Os novos imóveis ficarão perto de estações de metrô e trem e devem ter espaço para lojas e serviços. Para tirar o projeto do papel, será necessário investir R$ 4,6 bilhões em uma Parceria Público-Privada. Em troca da construção dos edifícios, as empreiteiras escolhidas poderão explorar economicamente esses comércios por 14 a 20 anos. O edital fica em consulta pública até domingo.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Preço do m² fica mais caro em 14 cidades e acumula alta de 4,9% em 2013
SÃO PAULO – O preço médio do metro quadrado de apartamentos usados em maio apresentou alta em 14 de 16 cidades brasileiras analisadas no indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis. Além disso, a variação acumulada em 2013 já atinge 4,9%.
No período analisado, os preços subiram mais em Curitiba, Recife e Vitória – o primeiro com alta de 3,3%, o segundo de 2,9% e o último com 1,9%.
Por outro lado, o Brasília (0,2%), Salvador (0,4%) e Porto Alegre (0,4%) tiveram as menores altas no mês de maio. Enquanto Florianópolis e Belo Horizonte foram as únicas cidades que apresentaram decréscimo de -0,2% e -0,1%, respectivamente.
Valor do m² Considerando o valor médio do m², este foi de R$ 6.748 no quinto mês do ano, com o destaque apontando para o Rio de Janeiro, que chegou a R$ 9.160, no período, seguido por Brasília, com R$ 8.346, conforme mostra tabela abaixo:
Preço médio anunciado do metro quadrado
Cidade Maio 2013 Variação com Abril 2013
Fonte: Fipe/Zap
Brasília R$ 8.346 0,2%
São Paulo R$ 7.192 1%
Niterói R$ 6.701 1,3%
Belo Horizonte R$ 5.181 -0,1%
Recife R$ 5.313 2,9%
Fortaleza R$ 5.029 0,5%
São Caetano do Sul R$ 4.874 0,8%
Florianópolis R$ 4.677 -0,2%
Porto Alegre R$ 4.467 0,4%
Santo André R$ 4.243 1,4%
Salvador R$ 4.124 0,4%
São Bernardo do Campo R$ 4.058 1,1%
Vitória R$ 4.067 1,9%
Curitiba R$ 4.063 3,3%
Vila Velha R$ 3.542 1%
Média Nacional R$ 6.748 1,1%
Imóveis
Rio de Janeiro R$ 9.160 1,2%Brasília R$ 8.346 0,2%
São Paulo R$ 7.192 1%
Niterói R$ 6.701 1,3%
Belo Horizonte R$ 5.181 -0,1%
Recife R$ 5.313 2,9%
Fortaleza R$ 5.029 0,5%
São Caetano do Sul R$ 4.874 0,8%
Florianópolis R$ 4.677 -0,2%
Porto Alegre R$ 4.467 0,4%
Santo André R$ 4.243 1,4%
Salvador R$ 4.124 0,4%
São Bernardo do Campo R$ 4.058 1,1%
Vitória R$ 4.067 1,9%
Curitiba R$ 4.063 3,3%
Vila Velha R$ 3.542 1%
Média Nacional R$ 6.748 1,1%
Convenção do Creci discute futuro da profissão de corretor
Aumento do número de profissionais se deve ao crescimento nos lançamentos
O Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) realizou ontem (4) convenção administrativa. Durante todo o dia os profissionais da área, reunidos em grupos de trabalho, debateram formas de proporcionar maior celeridade aos procedimentos analisados pelo conselho. O evento, realizado no Alves Hotel, terminou com a palestra sobre o futuro da profissão de corretor de imóveis, ministrada pelo presidente estadual do Conselho, José Augusto Viana Neto.
Cerca de 120 corretores de Marília e região participaram da convenção.
Para Neto, a valorização e aumento no número de profissionais no estado e no interior é resultado do bom momento vivido pelo setor imobiliário com o crescente lançamento de loteamentos e empreendimentos como os condomínios. Por ano, no estado, dez mil novos corretores iniciam carreira, 83% tem formação de nível superior e mais uma ocupação profissional. Em Marília são 650 corretores, na região são 1.300.
O presidente explica que tal elevação ocorre por conta da instalação de pequenas e médias empresas que chegaram ao interior motivadas pela saturação do setor nas grandes metrópoles. Entre as cidades com grande desenvolvimento na área, ele destaca Marília, Rio Claro, São Carlos e Bauru.
"São empresas que chegam ao interior impulsionadas pelo alto grau de infraestrutura tanto educacional como de saúde proporcionada por cidades assim como Marília", diz.
"Este cenário é positivo para o corretor que se prosseguir com atualizações constantes e trabalhando na legalidade deve lucrar bastante", completa.
O presidente estadual lembra que para iniciar na profissão é necessário ter segundo grau completo e cursar um técnico de transação imobiliária. O curso é a distância, possui 19 matérias e pode ser concluído em seis meses. Após a conclusão o candidato deve solicitar o registro ao Creci da sua região.
"É sempre interessante nos atualizarmos neste mercado dinâmico em que as mudanças de comportamento são constantes", falou o delegado regional do Creci, Hederaldo Benetti.
O Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) realizou ontem (4) convenção administrativa. Durante todo o dia os profissionais da área, reunidos em grupos de trabalho, debateram formas de proporcionar maior celeridade aos procedimentos analisados pelo conselho. O evento, realizado no Alves Hotel, terminou com a palestra sobre o futuro da profissão de corretor de imóveis, ministrada pelo presidente estadual do Conselho, José Augusto Viana Neto.
Cerca de 120 corretores de Marília e região participaram da convenção.
Para Neto, a valorização e aumento no número de profissionais no estado e no interior é resultado do bom momento vivido pelo setor imobiliário com o crescente lançamento de loteamentos e empreendimentos como os condomínios. Por ano, no estado, dez mil novos corretores iniciam carreira, 83% tem formação de nível superior e mais uma ocupação profissional. Em Marília são 650 corretores, na região são 1.300.
O presidente explica que tal elevação ocorre por conta da instalação de pequenas e médias empresas que chegaram ao interior motivadas pela saturação do setor nas grandes metrópoles. Entre as cidades com grande desenvolvimento na área, ele destaca Marília, Rio Claro, São Carlos e Bauru.
"São empresas que chegam ao interior impulsionadas pelo alto grau de infraestrutura tanto educacional como de saúde proporcionada por cidades assim como Marília", diz.
"Este cenário é positivo para o corretor que se prosseguir com atualizações constantes e trabalhando na legalidade deve lucrar bastante", completa.
O presidente estadual lembra que para iniciar na profissão é necessário ter segundo grau completo e cursar um técnico de transação imobiliária. O curso é a distância, possui 19 matérias e pode ser concluído em seis meses. Após a conclusão o candidato deve solicitar o registro ao Creci da sua região.
"É sempre interessante nos atualizarmos neste mercado dinâmico em que as mudanças de comportamento são constantes", falou o delegado regional do Creci, Hederaldo Benetti.
Contratação de um corretor de imóveis garante segurança para a negociação
Se você precisa fazer uma cirurgia, procura por um médico especialista, se precisa de um advogado irá optar por um profissional formado e que tenha passado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Da mesma forma, se você deseja comprar, alugar ou vender um imóvel, deve procurar um profissional de intermediação imobiliária. Tentar negociar por conta própria, sem um especialista ou com mais de um profissional do ramo pode acabar custando caro.
O corretor de imóvel internacional e membro da NAR of Realtors® USA, Rodrigo Barreto, explica que a presença de um profissional garante exclusividade, credibilidade e segurança a todas as transações imobiliárias. Além disso, é importante que o cliente tenha ciência de que mais de um profissional tentando vender o mesmo imóvel pode gerar problemas, como comercializar duas vezes o mesmo imóvel para clientes diferentes. "Quando vários corretores trabalham na divulgação do mesmo imóvel pode gerar dúvida no propenso comprador de qual corretor está realmente apto a tratar da intermediação", afirma, em seu blog.
Cuidados ao contratar um corretor de imóveis
O primeiro cuidado que o cliente deve ter ao buscar um profissional corretor de imóveis é averiguar a inscrição dele no Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Desta forma, poderá verificar se a empresa e ou corretor estão em dia com as obrigações e aptos a prestarem serviços imobiliários na região. Uma pesquisa na internet também ajuda a prevenir profissionais mal intencionados, afinal, existem muitas maneiras de encontrar informações sobre pessoas na web, principalmente se ela já fez algo ilegal.
Barretos ressalta ainda que "após essas precauções o cliente deve verificar quais os tipos de imóveis a imobiliária costuma trabalhar e se estes mesmos imóveis têm características parecidas com que o cliente deseja comercializar". O profissional finaliza com a dica "Aconselho que contrate um profissional devidamente credenciado e apto a exercer a função de corretagem imobiliária".
Fonte Redimob
Feirão da Casa Própria em Maceió terá mais de 5 mil imóveis
saiba mais
Mais de 5 mil imóveis serão ofertados no 4º Festival Ademi da Casa Própria e o 8º Feirão Caixa da Casa Própria, que começa nesta quarta-feira (5) e segue até o domingo (9), no estacionamento do Maceió Shopping, no bairro de Mangabeiras, em Maceió.O Feirão reunirá 16 construtoras e 8 imobiliárias, em 28 estandes. De acordo com o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi), Guilherme Melro, o pagamento da 1ª prestação será em janeiro de 2014 para as contratações de financiamento imobiliário realizadas nos meses de maio e junho.
"A condição é válida para financiamentos com recursos do FGTS e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), adquiridos no Feirão ou em uma das agências da Caixa", explicou.
O presidente informou que o evento vai ofertar diversas opções de casas e apartamentos em todos os bairros de Maceió e algumas cidades do interior. Os preços são a partir de R$ 83 mil. "O financiamento poderá ser feito em até 30 anos", informou Melro.
Empregados da Caixa Econômica e especialistas em habitação prestarão atendimento e detalharão, para o público, informações sobre linhas de crédito, além de efetuar simulação do valor de financiamento, dentre outros serviços. Os interessados devem levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.
No Leblon, espaço de uma casinha de cachorro chega a R$ 21,7 mil
Vista aérea da praia do Leblon: "alta ocorre porque não existe onde construir no bairro", diz pesquisador
O bairro mais caro da cidade mais cara para se morar no Brasil ficou - acredite - mais caro. O preço médio do metro quadrado no Leblon, famoso bairro carioca, chegou a R$ 21,7 mil em maio, alta de 1,66% em relação a abril, como mostram os dados do FipeZap divulgados nesta quarta-feira (05).
A área de um metro quadrado equivale ao espaço ocupado por uma boa casinha de cachorro. Ou seja, quem quiser comprar um imóvel no famoso bairro vai ter de desembolsar quase R$ 22 mil para deixar o pet (de médio porte) bem instalado na área de serviço.
No Rio de Janeiro todo, o preço médio atingiu R$ 9,16 mil, valorização de 1,2% sobre o mês anterior. O FipeZap é um índice calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que monitora 150 mil anúncios do portal Zap Imóveis.
Nos cinco primeiros meses de 2013, os imóveis no Rio de Janeiro já acumulam valorização de 6,2%, segundo o FipeZap. Além do Leblon, os outros bairros mais caros da cidade são Ipanema (média de R$ 18,1 mil o metro quadrado), Gávea (R$ 15,5 mil), Lagoa (R$ 15,4 mil) e Jardim Botânico (R$ 14,4 mil). O mais barato é a Pavuna, onde o metro quadrado médio custa R$ 1,9 mil.
"O Leblon é um bairro pequeno e no qual não existe área para se construir novos empreendimentos", explica Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice FipeZap. "É claro que não reflete a realidade do mercado imobiliário brasileiro como um todo, mas serve para mostrar que, além de bolsões de pobreza, o Brasil tem também bolsões de exuberância e riqueza", diz.
Tendência nacional
Após picos de alta em 2010 e 2011, os imóveis das principais regiões metropolitanas brasileiras, ainda que em ritmo mais ameno, seguiram se valorizando (veja no gráfico abaixo). No ano passado, segundo o FipeZap, o preço médio do metro quadrado no País subiu 14%, bem acima da inflação, que foi de 5,84%, mas cerca de metade da alta do ano anterior, de 26,3%.
- Veja mais: alta no preço de imóveis no 1º trimestre é a menor em três anos
Os dados do índice são bastante próximos do Knight Frank Global House Price Index, que monitora preços em 55 países e apontou alta de 13,7% nos imóveis brasileiros em 2012 - o País só ficou atrás de Dubai e Hong Kong na pesquisa.
Sobe menos, mas sobe
Veja qual foi a variação mensal no preço dos imóveis das principais regiões metropolitanas
Gerando gráfico...
Fonte: FipeZap // Média de SP, RJ, BH, Salvador, Brasília, Fortaleza e Recife
Para o pesquisador, a alta dos últimos anos no preço dos imóveis brasileiros pode ser explicada por três fatores: expansão demográfica, com 1,5 milhões de novas famílias formadas a cada ano, mercado de trabalho aquecido e maior acesso ao crédito. "A questão demográfica deve durar bastante tempo, o mecado de trabalho ainda mostra algum vigor e a situação de crédito é de conforto, portanto a demanda por imóveis deve continuar sustentada", explica Zylberstajn.
Outras cidades
Em São Paulo, a valorização do preço do imóvel em maio foi de 1%, fazendo com que a alta acumulada no ano chegue a 4,8%. A subida mensal foi de 0,4% em Salvador e Porto Alegre, que tiveram elevação de 3,5% e 5,1% nos primeiros cinco meses de 2013, respectivamente.
A maior elevação de preços em maio foi sentida em Curitiba, onde as casas e apartamentos ficaram 3,3% mais caras no mês - no ano, a alta na cidade chega a 10,1%. "No final do ano passado, houve uma queda nos preços, então parte disso pode ser uma recuperação", diz Zylberstajn.
Apenas duas cidades tiveram recuo de preços no mês passado, Florianópolis e Belo Horizonte. Na capital catarinense, a queda foi de 0,2%, mas no acumulado do ano houve valorização imobiliária de 6,6%. A situação é parecida na capital mineira, onde os preços caíram 0,1% em maio, mas registram alta de 4,7% ao longo do ano.
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