sexta-feira, 5 de julho de 2013

Marketing Digital Imobiliário: Como usá-lo em seu favor

Os clientes antes de efetuar a compra, estão preferindo saber mais sobre o imóvel através de portais, sites e blogs da categoria, e valorizam muito o fato de poderem ter fotos e todos os detalhes do imóvel o qual pretendem adquirir sem precisar sair de casa.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que consumidores que usam a internet passam mais tempo navegando na web por conta própria e usam o corretor de maneira mais eficiente e produtiva.

Com o crescimento do número de usuários e consequentemente de clientes que utilizam a internet como fonte de pesquisa e informação para comprar e interagir nos mais diversos setores, Aliado a isso temos hoje no Brasil uma enorme expansão do setor imobiliário.

Os profissionais do mercado imobiliário estão se adaptando a esse ritmo de crescimento de uma maneira rápida, porém sem o menor conhecimento correto da publicidade on line e divulgando em mídias que não trazem bons resultados esquecendo muitas vezes de divulgar seu nome.

Vem aumentando o numero de pessoas que buscam um imóvel através de redes sociais como facebook, Orkut, twiter etc. Cada mídia tem suas particularidades, então na hora de divulgar seus imóveis é bom estar atento ao que cada uma oferece.

Sites: Nos dias de hoje é importantíssimo que cada pessoa tenha um site pessoal seja ele corretor de imóveis ou não, o objetivo do site é divulgar sua marca e mostrar a seus clientes o que você tem a oferecer, para isso ele deve estar sempre atualizado com novos imóveis, fotos e informações sobre o seu negócio.

Portais: É uma boa opção para quem não tem muita intimidade com a internet, porém muitas vezes se torna uma ferramenta cara dependendo da região, porque você e seus concorrentes disputarão o mesmo cliente às vezes com o mesmo imóvel, nesses casos o melhor é divulgar seu site no portal atraindo o cliente para seu site.

Blog: É importante para os corretores de imóveis terem um blog, no entanto ele deve ser usado para manter o cliente informado sobre novidades e não para divulgar imóveis, para isso é melhor usar o site pessoal.

Quanto às redes sociais tanto os corretores e as imobiliárias devem ficar atentos ao conteúdo postado porque publicar somente imóveis e promoções fazem o cliente ter uma ideia de que o profissional esta preocupado apenas em vender.

Autor: Rony de lima meneses,
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária
www.publicidadeimobiliaria.com

Autorizo usar este artigo desde que mantenha os links e faça referência ao autor:


Condomínios do Minha Casa, Minha Vida serão sorteados neste sábado em Joinville

Condomínios do Minha Casa, Minha Vida serão sorteados neste sábado em Joinville Rodrigo Philipps/Agencia RBS
Dieila vai quase todos os dias até a rua Areias Brancas e dá uma espiadinha no seu sonho Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS

2.832 pessoas concorrem a 600 apartamentos em dois condomínios no Jardim Iririú

O misto de ansiedade e timidez no rosto da dona de casa Dieila Gonçalves Viana, 24 anos, deu lugar a risos de esperança tão logo ela entrou pelo portão do condomínio Procurador Luiz Bernardo Wust Costa, no Jardim Iririú - zona Leste de Joinville - na tarde de quinta-feira.

Dieila é uma das 2.832 pessoas que vão concorrer a 600 apartamentos nos condomínios Luiz Bernardo Wust Costa e Irmã Maria da Graça Braz, neste sábado, a partir das 8 horas, pela TV Brasil Esperança.

Mãe de três filhos, o sonho de Dieila hoje é deixar a área de invasão em que vive na localidade Dom Gregório:

- Vivo preocupada porque lá tem muito rato e tenho medo pela Nicole (filha de cinco anos que tem deficiência de fala e locomoção), que está sempre na cama - desabafa.

Caso seja uma das contempladas, Dieila terá direito a um dos 18 apartamentos equipados para garantir a acessibilidade de deficientes físicos - o equivalente a 3% dos imóveis. Os idosos terão direito a 10%.

Ansiosa, a jovem dona de casa está contando os minutos para a cerimônia.

- Que venha rápido, que esta sexta-feira passe voando - deseja.

Dieila conta que quase todos os dias vai até a rua Areias Brancas, onde fica o condomínio, para levar a filha Nicole pegar o ônibus especial para deficientes e aproveita para dar uma espiadinha nas obras.

- Não há nada como você ter a casa própria - disse, enquanto conhecia um dos apartamentos já em em fase adiantada.

O diretor da construtora Roma, Marco Antonio Corsini, responsável pelo empreendimento, explica que os blocos foram construídos com certa distância uns dos outros para garantir a privacidade dos moradores.

Assim têm uma melhor ventilação e também oferecem espaços com jardinagem e recreação para os moradores. Conforme a Caixa Econômica Federal, os apartamentos devem ser entregues no primeiro semestre de 2014.

Região conta com boa infraestrutura

Os futuros moradores dos condomínios não devem enfrentar problemas com infraestrutura. Na rua em frente ao condomínio Procurador Luiz Bernardo Wust Costa, a Areias Brancas, que é pavimentada, há pontos de ônibus e, a cerca de 200 metros, tem um posto de saúde.

Um pouco mais adiante, existe uma escola e uma unidade da Fundamas. Nas proximidades, há ainda outra escola, um CEI, e uma base da Polícia Militar a cerca de dois quilômetros.

O comércio da região também é bem abastecido, com postos de combustíveis, mercados, farmácias, redes de lojas de varejo, mecânicas, entre outros serviços.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Venha para o Portal Guia Vip Imóveis

Anuncie grátis , não é promoção, acesse agora: www.guiavipimoveis.com.br
De um passo a frente na divulgação dos seus imóveis!
Precisa de um site imobiliário? acesse o nosso parceiro: www.homeimobiliario.com.br
Curta a nossa fanpage no facebook: www.facebook.com/portalguiavipimoveis
Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/guiavipimoveis

Espaço zen e ofurô viram micos nos prédios

EDISON VEIGA - O Estado de S.Paulo

Fetiche no início dos anos 2000, os condomínios-clube - aqueles com dezenas de equipamentos de lazer - vivem um momento de decadência, apontam especialistas. O paulistano percebeu que não adianta bancar um prédio com uma estrutura cheia de coisas que ele não usa. Por isso, hoje a preferência é por condomínios com poucos, mas amplamente utilizados, itens de lazer: os clássicos piscina, salão de festas e parquinho infantil.

A tendência é comprovada por recente pesquisa realizada pela empresa Lello, maior administradora de condomínios de São Paulo. A ociosidade tem transformado áreas originalmente pomposas, como ofurô, espaço zen e pet care, em verdadeiros micos. O levantamento, para o qual foram pesquisados 1,4 mil condomínios paulistanos, mostra que até a sauna é pouco usada pelos condôminos - mas há quem não abra mão.

De acordo com a gerente da Divisão de Atendimento ao Cliente da empresa, Márcia Romão, o pouco uso de sauna e ofurô justifica-se por se tratar de espaços "muito íntimos". "É diferente quando se está em um hotel ou spa. Nos condomínios, o usuário acaba encontrando e convivendo com os vizinhos praticamente todos os dias", avalia Márcia.

Uma síndica de um condomínio da zona norte que inaugurou, há dois meses, um espaço com ofurô e sauna diz que foi voto vencido na assembleia que decidiu fazer o investimento - ela pediu para não ser identificada, por receio de críticas dos outros moradores. "Estamos comprometendo 20% de nossa arrecadação por um ano para o pagamento da criação dessas áreas."

"Dois meses depois, pouquíssimos condôminos estão usando e ainda temos de arcar com a manutenção." Ela conta que um novo funcionário foi contratado para, entre outras funções, zelar pela área. "Ou seja: o investimento se tornou um mico", conclui. "Sobraram as contas para pagar."

Tendência. Especialistas em mercado imobiliário concordam que a tendência atual é de um enxugamento na estrutura do prédio para equipamentos que sejam efetivamente usados - e sem desperdiçar o dinheiro do condomínio.

"Houve um fenômeno, na década passada, em que parecia uma corrida, uma competição entre as construtoras para ver quem oferecia um empreendimento com mais itens de lazer. Alguns chegavam a ter 50 equipamentos do tipo. Havia ofurô, sauna, praça da água, praça do fogo, praça de não sei mais o quê...", comenta o publicitário Carlos Valladão, cuja empresa atua há 23 anos no mercado imobiliário. "Naquele momento, isso poderia fazer sentido. De uns anos para cá, isso mudou. Agora a tendência é outra."

De acordo com ele, as pessoas passaram a perceber que algumas áreas são tão pouco utilizadas que não justificam o investimento. "Hoje, os novos condomínios têm oferecido poucos itens, mas com mais qualidade", diz Valladão. "As pessoas querem apenas o que vão usar. E cada vez mais estão preocupadas com qualquer tipo de desperdício."

Muito vapor. Mas há quem não abra mão de ter sauna em seu prédio. Caso do bancário Oscar Anthony, de 36 anos, morador de um condomínio em Indianópolis, bairro da zona sul de São Paulo. "Acredito que 10% dos moradores do meu prédio usam a sauna; eu uso uma vez por semana", conta. "Moro há oito anos aqui. E o fato de ter sauna pesou fortemente na escolha, acho fundamental."

Anthony também é assíduo usuário da piscina. "Temos uma com raia de 25 metros", afirma ele. Mas dispensa o ofurô. "Não acho muito higiênico."

Moradora de um condomínio na Barra Funda, zona oeste da cidade, a empresária Maria Adelaide Guimarães, de 40 anos, também não fica sem a sauna semanal. "É um hábito que adquiri quando morei na Europa", conta ela, que voltou a São Paulo há três anos, depois de passar uma década vivendo em Berlim. "Lá havia uma oferta de saunas na cidade, uma questão cultural mesmo. Já o paulistano que gosta de fazer sauna, em geral prefere contar com um espaço em casa ou no condomínio."

Na hora de procurar apartamento na cidade, Maria Adelaide não teve dúvidas: avisou os corretores que ter um espaço assim era pré-requisito. Fundamental.

O que os compradores de imóvel querem

Infraestrutura local e lazer do condomínio são determinantes na hora de efetivar a compra do imóvel.

Há anos o mercado de imóveis passa por readequações para atender aos anseios de uma parcela da população brasileira que agora pode sonhar com a compra de um imóvel. Com o preço do metro quadrado em torno de R$ 4 mil, os apartamentos ficaram mais compactos para atender a nova classe média. Além disso, diversos itens de lazer foram incluídos para chamar a atenção do comprador.

Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM Construtora constata que "existe uma demanda significativa de compradores do primeiro imóvel impulsionados pela melhoria do poder aquisitivo e as facilidades dos financiamentos imobiliários. Para este público, as opções de itens nas áreas de uso comum, aliadas à proximidade com o trabalho, a facilidade ao transporte público e um bom comércio local são requisitos fundamentais observados na hora de assinar o contrato".

Magnani também esclarece que "os brasileiros almejam mais qualidade de vida e, por isso, os condomínios-clube são uma tendência que vem sendo observada e adequada aos novos empreendimentos. Hoje, já é possível comprar um apartamento de qualidade a um preço acessível, que seja condizente com o segmento e com o espaço destinado ao lazer".

Dentre as opções de lazer encontradas nos condomínios-clube estão academia, quadra esportiva, varanda gourmet, brinquedoteca, espaço mulher, entre outras.

Fonte: Imovelweb

Instituto do Registro Imobiliário do Brasil comenta editorial sobre cartórios

Sobre o editorial "Modernizar os cartórios" ("Opinião", 24/6) e na condição de representante de mais de 1.500 cartórios de Registros Públicos do Brasil, quero esclarecer alguns pontos:
1) O serviço de provimento de ofícios exige concurso público desde 1885. Não foi a falta de legislação o que permitiu cartórios vagos, ocupados, por tanto tempo, por interinos. Foi falta de ação política e de fiscalização;
Curta o Painel do Leitor no Facebook
Siga o Painel do Leitor no Twitter
2) Registrador público não é um "cargo", é delegação de serviço público;
3) Não se escolhe o cartório que fará o registro, da mesma forma que não se escolhe o juiz que julgará pleito ou o agente fiscal que fiscalizará o Imposto de Renda. Os resultados negativos esperáveis da concorrência superam os benefícios e militam contra a segurança do sistema.
*
PARTICIPAÇÃO
Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor.online@grupofolha.com.br

Chineses investem mais em imóveis nos Estados Unidos

Bank of China é a principal fonte estrangeira de financiamento no mercado imobiliário americano

Comemorada nos EUA, busca por propriedades reflete diversificação de investimentos pelo governo de Pequim

A primeira leva foi formada pelos japoneses. Endinheirados, eles invadiram os EUA para comprar pontos famosos como o Rockefeller Center, em Nova York.

Agora, quase 25 anos depois, é a vez de os chineses investirem no mercado imobiliário dos EUA --e com mais força que seus rivais.

Sem se deixar abalar pelos erros imobiliários do Japão nos anos 1980 --alguns investidores pagaram exorbitâncias por propriedades americanas--, os chineses estão espalhando seus investimentos pelos Estados Unidos.

Inicialmente eram apenas investimentos isolados, mas agora há uma corrida por negócios de bilhões de dólares e propriedades que são vistas como troféus.

Só que, ao contrário dos temores --injustificados-- nos anos 1980 de que os japoneses "comprariam a América", o investimento chinês está sendo bem-vindo e até comemorado nos EUA.

A maior preocupação que existe, neste momento, é que, com a economia chinesa dando sinais de fraqueza, eles possam repetir o exemplo japonês e bater em retirada.

No entanto, pelo menos até este momento, as dificuldades na terra natal não frearam seu apetite pelo mercado americano, como mostram os recentes negócios anunciados em Nova York.

Um desses marcos foi a compra de parte do edifício General Motors, em Manhattan, pela empresária Zhang Xin e pela família Safra, de origem brasileira, no início deste mês.

Em 2011, o braço imobiliário do HNA Group (empresa aérea chinesa) pagou US$ 265 milhões por um prédio de escritório em Nova York.

E os investidores adquiriram grandes hotéis na Califórnia, como o Sheraton Universal, próximo ao famoso estúdio de cinema, e o Crowne Plaza, em Burlingame, perto do aeroporto de San Francisco.

Mas o apetite chinês não para nos grandes prédios. Eles só perdem para os canadenses entre os maiores compradores estrangeiros de casas nos EUA.

"Eles estão apenas começando", afirma Steve Collins, diretor internacional da Jones Lang LaSalle Capital, empresa do setor imobiliário. "A criação de riqueza que está acontecendo lá é incrível."

APOIO ESTATAL

E, ao menos por enquanto, o governo chinês está encorajando esses investimentos e até ajudando a financiá-los. O resultado é que o estatal Bank of China é hoje a principal fonte estrangeira de financiamento no mercado imobiliário americano, superando os bancos europeus.

Essa busca por propriedades nos EUA é também reflexo do governo de Pequim de diversificar seus investimentos. Os chineses são os principais credores dos EUA, com mais de US$ 1 trilhão em títulos do governo americano, mas esses papéis, entre os mais seguros do mundo, geram um retorno baixo.

"Tem crescido muito nos últimos dois anos o apoio político para outras aplicações que não os títulos do Tesouro dos EUA e isso vem encorajando os investidores chineses a olhar para o setor imobiliário em grandes mercados, como o de Nova York", afirma Thilo Hanemann, diretor de pesquisa do Rhodium Group, que analisa tendências econômicas globais.