sexta-feira, 24 de maio de 2013

Saiba usar o FGTS na compra da moradia

Imóvel deve ter preço máximo de R$ 500 mil e não ter sido negociado com recursos do fundo nos último três anos

Trabalhador não pode ter imóvel na mesma cidade ou região metropolitana em que pretende comprar

A aquisição de um imóvel é uma boa oportunidade para o trabalhador resgatar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O dinheiro do fundo pode ser usado para pagamentos à vista na compra de um imóvel ou para amortizar parcelas do financiamento.

Como o FGTS tem uma rentabilidade baixa (3% ao ano, mais Taxa Referencial, atualmente zerada), quanto antes o trabalhador usar o dinheiro, mais vantajoso.

O produtor cultural Elder Gartner, 28, utilizou R$ 17 mil do seu FGTS no financiamento de um imóvel na região da Praça da Árvore, zona sul da cidade de São Paulo.

"Desde o começo pensei em usar o fundo, pois queria dar o máximo de entrada", diz. O valor se somou a R$ 20 mil em dinheiro que o consumidor tinha e a um financiamento de R$ 250 mil.

Algumas regras, porém, limitam o saque do fundo.

O FGTS só pode ser usado na compra de moradia e na cidade ou região metropolitana onde o comprador já resida ou exerça a principal atividade profissional.

Outra regra importante é que a pessoa não pode ter outro financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) no país, nem ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Além disso, o comprador precisa estar há mais de três anos sob o regime do FGTS e o imóvel não pode ter sido objeto de aquisição com o fundo há menos de três anos.

LIMITE DE R$ 750 MIL

A regra mais polêmica é o limite de valor do imóvel, que, em 2009, subiu de R$ 350 mil para R$ 500 mil.

Bancos, construtoras e consultores têm defendido uma nova elevação, desta vez para R$ 750 mil.

"O teto do FGTS está defasado. Ele tem de ser atualizado à necessidade de mercado", diz Celso Amaral, diretor corporativo do Geoimovel, empresa de informações imobiliárias.

Uma das possibilidades, afirma, seria regionalizar o valor máximo permitido, adequando o limite aos padrões do mercado de cada local.

"Aumentando o teto, você está aquecendo o mercado, mas está ampliando o saque do FGTS, que é essencial para financiar a habitação social", afirma Teotônio Rezende, diretor de habitação da Caixa Econômica Federal.

Uma elevação precisaria ser aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Procurado, o Ministério da Fazenda, que faz parte do CMN, afirmou que não vai se pronunciar sobre o tema.

Na compra de imóveis por meio de consórcios, o FGTS pode ser usado para dar um lance e tentar antecipar a carta de crédito (leia na pág. 4).

No primeiro caso, a Caixa se compromete a retirar do FGTS a quantia solicitada para o lance, mas a liberação só é concretizada se esse lance for vencedor.

As regras são as mesmas das aplicadas ao financiamento imobiliário, inclusive o limite de R$ 500 mil.

Segundo Maurício Maciel, diretor da Caixa Consórcios, desde o início da regra, em 2009, só 2,5% dos consorciados usaram o fundo.

A explicação, diz, é que 70% dos clientes têm outro imóvel na cidade, ou financiamento, e não estão adequados à norma do fundo.

Feirão de imóveis chega ao Canto do Rio

Feirão de imóveis chega ao Canto do Rio Publicado em: 23/05/2013

Texto: Lutiene Siqueira
Foto: Bruno Eduardo Alves
Começou na manhã de ontem, a montagem dos 52 estandes da 9ª edição do Feirão da Caixa que acontece neste fim de semana, no Clube Canto do Rio, no Centro de Niterói. Cerca de 50 funcionários estão trabalhando intensamente para que até sexta-feira à noite tudo esteja pronto.
No evento, serão oferecidos mais de 16 mil imóveis em cidades da Região Metropolitana. A novidade para este ano é de que, quem fechar negócio no período do Feirão vai pagar a primeira prestação apenas em janeiro de 2014. A condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que forem concedidos durante o Feirão, ou em uma das agências da Caixa.
"Eu estou na expectativa de que esse feirão seja realmente muito bom. Espero que as condições estejam acessíveis. Sábado assim que as portas estiverem abertas, eu estarei procurando um imóvel que o orçamento caiba no meu bolso", afirmou Laura Magalhães, de 29 anos.
O evento vai reunir, num único espaço, representantes de todo o segmento da habitação: construtoras, corretores, cartórios e técnicos da própria Caixa, responsáveis por analisar e autorizar os financiamentos. O cliente pode conhecer o imóvel, dar entrada na documentação necessária ao financiamento e até fechar o negócio.
As linhas de financiamento da Caixa, para a casa própria, atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 35 anos. As taxas de juros são a partir de 4,5%.
Para o atendimento, serão mais de 120 empregados da Caixa, especialistas em habitação, prestarão atendimento no Feirão de Niterói, com informações sobre linhas de crédito, simulação do valor de financiamento e aprovação dos créditos, dentre outros serviços.
"Eu estive no feirão que teve no Rio no fim de semana passado, mas agora vou estar também no feirão de Niterói para ver ser encontro uma melhor oportunidade", afirmou João Augusto, de 52 anos.
No ano passado, mais de 20 mil pessoas visitaram o Feirão em Niterói, quando foram assinados e encaminhados o equivalente a mais de R$ 200 milhões em negócios. Este ano, o evento contará com a presença de 23 construtoras e 10 imobiliárias. Os valores dos imóveis variam entre R$ 75 mil e R$ 4,5 milhões, e estão localizados em Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro, Itaboraí, Cabo Frio, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Araruama, Maricá, Cachoeiras de Macacu, Saquarema, Itaguaí, Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.
Para requerer o crédito para casa própria, no Feirão, basta levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da Caixa e pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-726-0101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana. E ainda é possível fazer simulações do crédito imobiliário no endereço www.caixa.gov.br.

Rio
O 9º Feirão Nacional da Casa Própria já contabiliza R$ 9,7 bilhões em negócios até o segundo fim de semana do evento, que foi realizado entre os dias 17 a 19 de maio, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Brasília (DF), Salvador (BA), e Uberlândia (MG). No Rio de Janeiro, o feirão movimentou mais de R$ 1,5 bilhão em negócios, e recebeu mais de 71 mil visitantes.

Em dois meses, Caixa recebeu 3,6 mil reclamações sobre danos em imóveis do Minha Casa, Minha Vida

Campo Oculto

De acordo com o presidente da Caixa, danos físicos não são um problema exclusivo do Minha Casa, Minha Vida, mas ocorrem em todo tipo de construção

Das reclamações, 1.372 são em imóveis da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, cujas obras são fiscalizadas diretamente pelo banco estatal

Desde que foi criada, em março deste ano, a central telefônica da Caixa Econômica Federal para o Programa Minha Casa, Minha Vida já recebeu 7.907 reclamações, das quais 3.624 se referem a danos em imóveis financiados com verbas do programa do governo federal. Segundo o presidente da Caixa, Jorge Hereda, o número é muito pequeno diante do universo de cerca de 1,2 milhão de casas já entregues pelo Minha Casa, Minha Vida.

"Danos físicos podem ser pequenas rachaduras, uma janela que não está fechando direito, infiltrações. E isso não quer dizer que a pessoa tenha razão quando ela reclama. Ela diz que tem um dano físico na casa, mas isso ainda tem que ser verificado [para ver se a reclamação é verdadeira]. Ainda assim, é menos da metade das quase 8 mil reclamações", disse o presidente da Caixa.

Das reclamações, 1.372 são em imóveis da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, cujas obras são fiscalizadas diretamente pelo banco estatal. O restante (2.252) se refere a imóveis das faixas 2 e 3, que são apenas financiados pela Caixa, sem um acompanhamento da obra.

Segundo Hereda, mesmo as residências das faixas 2 e 3 do programa são vistoriadas antes de o imóvel ser entregue ao proprietário. "É lógico que a vistoria da Caixa já elimina um primeiro nível de problemas. Se o engenheiro da Caixa chega lá e encontra um problema visível, aquilo não pode ser vendido. Mas não tem como saber como uma viga foi construída, porque ele não pode quebrar a viga e ele também não acompanhou a obra para saber."

De acordo com o presidente da Caixa, danos físicos não são um problema exclusivo do Minha Casa, Minha Vida, mas ocorrem em todo tipo de construção. "Essa é uma regra no mercado. Não tem nada a ver com o Minha Casa, Minha Vida. Sempre vai haver reclamação nesse setor", disse.

Hereda informou que as construtoras têm cinco dias para atender aos clientes com problemas em seus imóveis, sob o risco de entrar em uma lista de empresas com restrições da Caixa e não poder mais contar com financiamentos do banco.

O serviço telefônico da Caixa recebeu reclamações ainda sobre problemas envolvendo questões como entrega (639) e invasão e ociosidade de imóveis (264). "A Caixa tem uma estrutura com advogados [para desocupar imóveis invadidos]. A Polícia Federal vai lá e tira [os invasores]. O programa não vai virar a situação precária que foi a habitação desse país anos atrás."

O Minha Casa, Minha Vida é um programa de financiamento da compra da casa própria, do governo federal, voltado para famílias com renda até R$ 5 mil mensais. Segundo Hereda, até o momento já foram acertados financiamentos para 2,6 milhões de imóveis.

Foto/Divulgação

Fonte: Vitor Abdala/Repórter da Agência Brasil

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Venha para o Portal Guia Vip Imóveis

Anuncie grátis , não é promoção, acesse agora: www.guiavipimoveis.com.br
De um passo a frente na divulgação dos seus imóveis!
Precisa de um site imobiliário? acesse o nosso parceiro: www.homeimobiliario.com.br
Curta a nossa fanpage no facebook: www.facebook.com/portalguiavipimoveis
Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/guiavipimoveis

Caixa e prefeitura lançam o programa "Construa a casa no seu terreno"


Caixa e prefeitura lançam o programa


Programa idealizado Smharf com o apoio da Prefeitura Municipal, Caixa Econômica Federal e cooperativas habitacionais

Foi lançado na tarde desta terça, 21, o Programa ?Construa a Casa no Seu Terreno?, um programa idealizado pela Secretaria de Município de Habitação e Regularização Fundiária (Smharf), com o apoio da Prefeitura Municipal, Caixa Econômica Federal e cooperativas habitacionais.

A Coopenova, do bairro Castelo Branco II, foi a primeira cooperativa a aderir ao Programa. De acordo com Joaquim Goulart, presidente da Coopenova, a assinatura do contrato para a construção de 41 casas no bairro é uma luta antiga da cooperativa. ?Para mim, está sendo uma surpresa o lançamento desse programa. A moradia é uma questão de dignidade. E termos o financiamento da Caixa e o apoio da prefeitura irá agilizar nosso processo?, comemorou Goulart.

O Programa foi idealizado pela Smharf para atender famílias que tenham uma renda de até três salários mínimos, que só possuam uma moradia e tenham um terreno regularizado.

Segundo Leda Velloso Boun Figlio, Superintendente da Smharf, foi feito um levantamento em vários bairros do Município e foram identificadas 9.146 casas que precisam ser requalificadas. ?Nossa ideia é que as pessoas permaneçam no lugar onde moram e já possuem vínculos. As casas podem ser requalificadas dando mais dignidade de moradia a essas famílias?, explicou Leda.

De acordo com o Programa, a Smharf fica responsável pelo cadastramento e seleção das famílias. As cooperativas ficam responsáveis pela organização das famílias em grupos e pelo encaminhamento do projeto, de acordo com o escopo do Programa Minha Casa Minha Vida Entidades. A Secretaria de Município de Coordenação e Planejamento (SMCP) e a Secretaria de Município de Meio Ambiente (Smma) ficam responsáveis pela aprovação do projeto arquitetônico das casas e pela localização dos lotes.

A Caixa irá fazer a análise, aprovação e financiamento do projeto. E a Secretaria de Município de Assistência Social (Smas) fará a inscrição das famílias no Cadastro Único (Cadúnico) e pelo envio via conectividade para a Caixa.  As famílias beneficiadas pagarão uma taxa referente a 5% da renda bruta num período de 10 anos.
?O projeto das casas será individualizado, de acordo com a realidade de cada família. As casas podem ser construídas ou reformadas. A ideia principal é que as pessoas que possuem um terreno regularizado possam ter uma moradia digna?, explicou o prefeito Alexandre Lindenmeyer, revelando ainda que neste sentido também serão elaborados projetos para melhorar a infraestrutura dos bairros. ?Neste sentido sabemos quais são os passivos e estamos realizando outros projetos para arrecadar recursos?, explicou Alexandre.

O prefeito explicou também, que a construção/reforma das casas devem ser concluídas num período de um ano a um ano em cinco meses, após a aprovação do projeto pela Caixa.

O gerente Nacional de Habitação e Interesse Social da Caixa Econômica Federal, Tácito Quadros Maia, parabenizou a prefeitura municipal pela iniciativa de elaboração e lançamento do Projeto. ?Não basta o Governo Federal disponibilizar os recursos se o ambiente municipal não estiver preparado. A participação de várias secretarias mostra  a responsabilidade social e ambiental desse projeto. É importante começarmos a pensar em construir casas de forma ambientalmente sustentáveis?, concluiu Tácito.

O evento contou ainda com a presença de Rose Carla da Silva, gerente Regional do Patrimônio da União ? RS, que está no Município para o lançamento do atendimento avançado para regularização de áreas da União (terrenos de Marinha), realizado no dia 20. O atendimento está sendo realizado por dois funcionários da Secretaria de Município de Habitação e Regularização Fundiária, na sede da própria secretaria (na Rede Ferroviária), e no Cassino, na Secretaria Especial do Cassino (SEC), rua Fernando Freire.

Por Eduarda Toralles
eduarda@jornalagora.com.br

Prolar e Caixa anunciam mais 1,1 mil casas populares em Ponta Grossa

Danilo Kossoski, da redação

A Caixa Econômicae a Companhia de Habitação de Ponta Grossa farão a entrega de 1.100 novas residências populares na última semana de junho

O superintendente regional da Caixa Econômica, Luis Henrique Borgo, informou que três novos conjuntos residenciais serão entregues, em Ponta Grossa, na última semana de junho. Ao todo, serão 1.100 novas casas populares distribuídas entre as famílias previamente cadastradas no sistema da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar). ?Vamos entregar os conjuntos Itapoá, Califórnia I e Londres?, revela Borgo. ?Serão beneficiadas cerca de 6,2 mil pessoas?, completa o presidente da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar). O investimento dos três novos conjuntos, somado, chega a quase R$ 80 milhões.

Caixa lança linha de crédito para imóveis acime de R$ 500 mil Parceria com o banco PanAmericano


Caixa lança linha de crédito para imóveis acima de R$ 500 mil

Parceria com o banco PanAmericano oferece financiamento através do Pan Hipotecária



Foto: Ilustração


A Caixa Econômica anunciou nesta segunda uma parceria com o banco PanAmericano para oferecer uma nova linha de financiamento imobiliário para imóveis acima de R$ 500 mil, que não dispõe de recursos do Sistema Financeiro de Habitação.
A nova modalidade de crédito será oferecida através da Pan Hipotecária (Brazilian Mortgages), que pertence ao grupo PanAmericano --controlado pela Caixa Econômica e pelo banco BTG Pactual.
O banco não informou quanto vai disponibilizar para a linha de crédito. O valor máximo financiado no programa é de 90% do total do imóvel em um prazo de até 35 anos. O valor mínimo de financiamento é de R$ 300 mil.
Em janeiro, a Caixa reduziu as taxas de juros para essa faixa de preço dos imóveis. A taxa caiu para 9,4% ao ano para clientes que não têm relacionamento com o banco e para 8,4% ao ano para quem possui relacionamento ou conta salário. Para servidores públicos com conta no banco, a taxa pode chegar a 8,3% ao ano. Esses valores devem ser acrescidos da TR (Taxa Referencial).
As taxas ficam abaixo das oferecidas por outros bancos. O Banco do Brasil cobra entre 9% e 10%, o Bradesco, 10,5% e o Santander, de 9,5% a 11%, dependendo do relacionamento.
O banco Itaú diz que a taxa depende do histórico do cliente e que pode ser negociada com o banco. O HSBC diz que o valor depende do relacionamento do cliente.