quarta-feira, 29 de maio de 2013

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Entidades pedem elevação do teto de financiamento

 A última revisão do teto para o financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) ocorreu em 2009, e estabeleceu como limite máximo o valor de R$ 500 mil. O que na época parecia razoável, hoje se revela aquém da realidade de mercado.

O boom imobiliário vivido nos anos 2009-2011 jogou o preço de casas e apartamentos lá para cima, transformando ativos de R$ 200 mil em imóveis de R$ 700 mil ou mais. Esse cenário e mais o fato de as vendas terem caído de 492.908 unidades em 2011 para 453.209 no ano passado levaram as principais entidades do setor (Abecip, Secovi e a CBIC) a levantar novamente a bandeira junto ao Ministério da Fazenda para revisão do teto, agora para R$ 750 mil.

De acordo com as contas da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o preço do metro quadrado por área útil na cidade de São Paulo subiu de R$ 3.943, em 2009, para R$ 7.174, no fim do ano passado. O que deixa claro a defasagem do valor a ser financiado. A vantagem para o consumidor em ver essa medida aprovada é ter acesso a um imóvel melhor pagando juros menores no financiamento, cerca de 8% ao ano, pelo SBPE, além de poder utilizar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Para as construtoras, as vantagens se limitam ao dinheiro mais barato. Se elas tomam crédito pelo SBPE pagam entre 0,5% a 1% menos do que se buscassem financiassem fora. O presidente da Embraesp, Luiz Pompeia, avalia que, se já estivesse em vigor, o novo teto teria trazido, possivelmente, 9.123 unidades para o SBPE só na Região Metropolitana de São Paulo no primeiro quadrimestre. "O que equivaleria a um volume financeiro adicional de R$ 5.508.792,33", calcula.

Um dos impeditivos para que o governo aprovasse tal medida em setembro, quando a proposta foi apresentada, era a possibilidade de redução da captação líquida da caderneta de poupança por conta da mudança nas regras de remuneração do investimento, o que poderia diminuir sua atratividade, e, consequentemente, reduzir a capacidade de financiamento do setor. Mas, ao contrário disso, o resultado do ano passado foi recorde em captação líquida e fechou o ano positivo em R$ 37 bilhões.

Nas projeções do economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Celso Petruti, a poupança vai continuar crescendo e pode fechar 2013 com R$ 45 bilhões a mais, pois já bateu recorde no primeiro trimestre, com R$ 7 bilhões em recursos novos líquidos "Historicamente, o primeiro trimestre é fraco, devido às tradicionais contas desse período. Este ano não foi. O que é um ótimo indicativo. Pelos nossos cálculos, hoje há estoque suficiente entre a poupança e o FGTS para financiar o setor até 2015", afirma.

Petruti reconhece que é preciso encontrar no médio prazo novos instrumentos para financiar a habitação no país. "Na última reunião que tivemos com o governo, em março, havia a contraproposta de elevar o teto para R$ 650 mil. Mas isso também não caminhou."

Foi o segundo encontro dos representantes do setor com o secretário de política econômica, Marcio Holland. O primeiro ocorreu em setembro. "Representantes do setor imobiliário estiveram aqui e apresentaram uma lista de pedidos para melhorar as condições da habitação no país. Dentre elas estava a desoneração da folha de pagamento. O aumento do teto é outro item. Este, ainda está sendo avaliado pelo governo", afirma Holland, que diz não poder antecipar nenhuma análise técnica sobre essa medida específica antes de ela ser aprovada ou recusada pelo Ministério da Fazenda.

Índice que reajusta o aluguel fica estável em maio

SÃO PAULO - Com deflação mais acentuada no atacado e preços mais baixos no varejo, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) ficou estável em maio, após registrar alta de 0,15% em abril, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em maio de 2012, o indicador marcou avanço de 1,02%. O IGP-M é geralmente usado como referência para o reajuste de contratos, como os de aluguel.

O resultado deste mês ficou abaixo da média de 0,04% apurada pelo Valor Data entre projeções de 12 consultorias e instituições financeiras. As estimativas variaram entre queda de 0,01% e alta de 0,08%.

No ano, o IGP-M acumula alta de 0,99% e, em 12 meses, avanço de 6,22%. O indicador é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Atacado - Dentre os componentes do indicador, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com peso de 60%, registrou deflação de 0,30% em maio, ante queda de 0,12% em abril. O IPA de produtos agropecuários registrou queda maior, de 1,98% neste mês, que o recuo de 1,82% no mês passado. O IPA industrial desacelerou alta para 0,34%, de 0,54% no período.

"Entre as principais influências negativas no IPA estiveram aves (-8,84% em abril para -10,54% em maio), tomate (18,72% para -18,95%), laranja (0,60% para -16,06%) e mandioca (-1,96% para -7,33%). O milho em grão registrou deflação menor (-10,21% para -7,96%), mas ainda seguiu como uma das maiores influências de baixa no atacado.

Varejo - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) - com peso de 30% nos IGPs - registrou variação de 0,33%, em maio, ante 0,60%, em abril. A principal contribuição para a queda da taxa partiu do grupo alimentação (1,26% para 0,36%), em que se destacou o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 10,48% para -3,03%.

Outros quatro grupos desaceleraram: habitação (0,52% para 0,22%), transportes (0,26% para -0,12%), comunicação (0,04% para -0,08%) e despesas diversas (0,25% para 0,24%). Os itens que mais contribuíram para estes movimentos foram: tarifa de eletricidade residencial (0,23% para-1,20%), tarifa de ônibus urbano (0,25% para -1,21%), tarifa de telefone residencial (-0,78% para -1,17%) e acesso à internet em loja (1,29% para 0,00%), nesta ordem.

Em contrapartida, os grupos saúde e cuidados pessoais (0,80% para 1,21%), vestuário (0,53% para 0,93%) e educação, leitura e recreação (-0,27% para 0,05%) apresentaram variações de preços mais altas por conta, principalmente, de medicamentos em geral (1,41% para 2,65%), roupas (0,69% para 1,23%) e show musical (-2,42% para 1,62%), respectivamente.

Construção Civil - O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M), que já tinha sido divulgado pela FGV, registrou alta de 1,24% em maio, ante 0,84% em abril. O indicador tem peso de 10% nos IGPs.

O avanço do indicador foi puxado pelo custo da mão de obra, que subiu 1,88% em maio, após registrar alta de 1,15% em abril. A aceleração foi consequência do reajuste dos salários dos trabalhadores da construção em São Paulo, onde data base é em maio. Na capital paulista, o custo da mão de obra passou de estabilidade para 3,45% no período. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,56%, ante 0,50% em abril.

Imóveis alugados pela Prefeitura poderão ter placas informativas

Projeto de lei do vereador Ronei Martins (PT) em análise pelas comissões da Câmara Municipal prevê que os contratos de locação de imóveis celebrados pela Prefeitura devem estabelecer com clareza e precisão as condições para sua execução, tornando-as mais transparentes e acessíveis a qualquer cidadão.
Se a propositura receber parecer favorável e for aprovada pelos vereadores, todos os imóveis alugados pelo Executivo deverão ser identificados por placas, com as informações sobre o número do contrato, vigência, preço, condições de pagamento, além da qualificação das partes.
As placas deverão ter as dimensões mínimas de 50 centímetros de altura e 80 centímetros de largura e, a partir da aprovação da lei, o cumprimento da regra deve ser feito em 90 dias.
Desde o início do ano, os contratos de aluguéis da Prefeitura, cuja despesa mensal é de R$ 350 mil, estão em processo de revisão.

Érica Samara da Silva

Imóveis americanos têm maior alta desde 2006

Os preços das casas nos Estados Unidos subiram 10,9% em março, perante um ano antes, a maior alta desde abril de 2006. Já a confiança do consumidor aumentou acima do esperado em maio, mostram dados divulgados ontem.

No mercado imobiliário, um número crescente de compradores vem fazendo ofertas em meio a um estoque limitado de residências, puxando os preços para cima e ajudando na recuperação do mercado imobiliário.

O índice S&P/Case-Shiller de preços de casas mostrou ainda que todas as 20 cidades compreendidas no levantamento tiveram ganhos anuais pelo terceiro mês seguido. E os preços subiram em 15 cidades de fevereiro para março.

Ainda no comparativo anual, houve alta de 22,5% nos preços das casas em Phoenix, o maior ganho entre as cidades. Na sequência, apareceram San Francisco (22,2%) e Las Vegas (20,6%). A cidade de Nova York, por sua vez, registrou o menor aumento, de 2,6%.

Por sua vez, o indicador que mede a confiança do consumidor americano subiu de 69 em abril para 76,2 em maio, informou o instituto Conference Board. O resultado superou as previsões e é o mais alto desde fevereiro de 2008.

Os consumidores avaliaram de forma mais positiva a situação atual e as condições do mercado de trabalho. Eles também se mostraram mais otimistas com relação ao futuro da economia e com as perspectivas de emprego. O levantamento mostrou que a parcela dos que esperam uma melhora nas condições de negócios nos próximos seis meses passou de 17,2% para 19,2% e a daqueles que preveem piora caiu de 14,8% para 12,1%.

Ontem, as agências de notícias informaram que o presidente Barack Obama deverá substituir o presidente de seu Conselho de Assessores Econômicos. Para o lugar de Alan Krueger, que pretende voltar a dar aulas na Universidade de Princeton, Obama deve indicar Jason Furman, Ph.D pela Universidade de Harvard e atual assessor de Obama para política econômica e vice-diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca.

Falta terreno para construir nas capitais

A dificuldade por parte das construtoras em encontrar terrenos e os altos preços praticados para aqueles disponíveis estão empurrando as obras do programa Minha Casa, Minha Vida para regiões cada vez mais distantes dos grandes centros. Mesmo a recente elevação em cerca de 15,6% na faixa I, destinada a quem tem renda de até R$ 1.600, aumentando seu valor máximo para R$ 76 mil, não conseguiu desatar o nó da construção de moradias nas principais capitais. O fato - dizem os especialistas - é que os valores são inviáveis justamente nas áreas mais carentes de habitação.

Esse leque de dificuldades, no entanto, não vem impedindo o avanço do Minha Casa, Minha Vida. Em sua segunda etapa, o programa já contratou um milhão de unidades, quase um terço delas voltado à primeira faixa de renda. Desde a criação do programa, as entregas das unidades já superaram a casa de um milhão e as propostas para a construção de mais 300 mil novos imóveis estão em fase de análise pela Caixa Econômica Federal. Até 2014, a previsão do governo é a de fechar contratos para a construção de mais 1,4 milhão de novas moradias, envolvendo recursos diretos de R$ 85 bilhões.

Pesquisa elaborada pelo Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), demonstra que a escassez de terrenos é considerada a principal dificuldade das empresas que atuam no programa, de acordo com 66 construtoras ouvidas. "As regiões de Guaianazes, Itaquera e Cidade Tiradentes são bairros onde ainda há produção para venda dentro de São Paulo. Fora esses locais, já se tornou impossível encontrar imóveis desta linha para comercializar", afirma Leandro Carame, superintendente de Atendimento da Habitcasa, da Lopes Consultoria . "O que se percebe é que as construtoras estão migrando para cidades menores, como Mogi das Cruzes, Sorocaba e Votorantim. Só no interior do estado ainda se consegue fabricar produtos dentro do programa", diz Carame.

De acordo com Sergio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP, os grandes centros urbanos não têm conseguido viabilizar unidades na faixa I. "Essa faixa vem sendo viabilizada nas pequenas cidades e regiões periféricas. Porém, o maior problema de déficit habitacional está nas grandes cidades", diz.

A Direcional Engenharia, que em 2012 lançou cerca de 26 mil unidades, das quais 75% endereçadas ao programa Minha Casa, Minha Vida, também reclama da escassez de terrenos em São Paulo e dos altos preços praticados, obrigando a construtora a se distanciar cada vez mais do centro. "Nossas obras estão sendo feitas em São Bernardo do Campo, no bairro do Jaçanã (zona norte da capital) e Campinas. Estamos pesquisando outras localidades para construirmos dentro do estado", afirma Ricardo Ribeiro Valadares Gontijo, diretor superintendente.

A Cury, empresa da qual a Cyrela Brazil Realty tem 50% de participação, estima que o valor geral das vendas de seus lançamentos chegará a R$ 1,4 bilhão em 2013. Se a meta for atingida, significa que os lançamentos da incorporadora focados na baixa renda crescerão 11% ante o volume geral de venda de R$ 1,264 bilhão realizado no ano anterior. "A maior expansão ocorrerá nos lançamentos de produtos destinados à faixa I do Minha Casa, Minha Vida", afirma Fábio Cury, presidente da companhia. "No ano passado, foram ofertadas 11.360 unidades e vendidas 9.849. São mais de R$ 560 milhões de contratações na faixa I, equivalentes a 7.416 unidades", diz.

Os números são expressivos. No acumulado de 2009 a 2012, a companhia contratou mais de 25 mil unidades no programa "Minha Casa, Minha Vida", consolidando-se como uma das maiores construtoras do mercado de baixa renda. E deve crescer ainda mais: a Cyrela já sinalizou tendência de aumento, neste ano, dos seus lançamentos da faixa I do programa habitacional, através da Cury. No primeiro trimestre, do total de R$ 955,2 milhões lançado pela Cyrela, R$ 203 milhões foram de projetos nessa faixa, pela Cury.

A João Fortes Engenharia, que constrói no Rio, já está na segunda fase de lançamentos de moradias endereçadas ao programa. Em maio de 2012 o Residencial Brisa do Vale ofertou 496 unidades de dois quartos. "A primeira fase do empreendimento, lançada em 2010, já está 100% vendida e com a entrega das chaves programada para este ano. O residencial completo terá quase duas mil unidades", afirma Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios.

O executivo enfatiza que o empreendimento está situado no polo de expansão de macaé, bem próximo à nova zona industrial. "A cidade é considerada a capital nacional do petróleo e apresenta perspectivas promissoras de negócios em diferentes áreas econômicas. O empreendimento será uma nova área para receber a crescente mão de obra da região. Mesmo fazendo parte do projeto Minha Casa, Minha Vida, é muito diferente dos outros empreendimentos, que possuem um perfil mais sofisticado", comenta. Das 1.800 unidades do conjunto habitacional, cerca de 50% já estão para ser entregues e a outra metade dentro de um ano e meio.

Watanabe defende que o governo federal implemente uma política habitacional permanente no Brasil. A intenção, explica, é transformar o Programa Minha Casa, Minha Vida em um programa definitivo, aumentando a visibilidade de empresários sobre o nível de demanda no setor e a perspectiva de investimentos.

De acordo com Watanabe, o governo poderia perenizar o Minha Casa Minha Vida. O presidente acrescenta que uma política habitacional permanente é importante para que "empresários, cidadãos e setores da sociedade tenham previsão de investimentos, mas também expectativas de quando o déficit habitacional será zerado". Pelos seus cálculos, o país tem um déficit de 5,2 milhões de moradias.

Total de corretores tem aumento de 80% em cinco anos

Silvia Costanti/Valor / Silvia Costanti/ValorNelson Jerusevicius: experiência na área financeira o colocou em uma posição privilegiada em relação aos colegas

Cerca de 10 mil novos profissionais ingressam no mercado imobiliário, a cada ano, apenas no Estado de São Paulo. Formam batalhões dispostos a seguir os cursos obrigatórios em busca de credenciamento como corretores.

Essa corrida, que começou a conta gotas dez anos atrás, ganhou impulso a partir de 2011 com uma enxurrada de lançamentos, na esteira da fartura de crédito e na carona do Programa Minha Casa, Minha Vida. Hoje, o Estado de São Paulo conta com um batalhão de 130 mil profissionais, dos quais 13 mil militando apenas na capital, número ainda insuficiente para atender a demanda. Com a concorrência e a ampliação do mercado, o corretor deixou de ser um vendedor de pastinha na mão para se tornar praticamente um consultor imobiliário. Segundo o Conselho Federal do Corretor de Imóveis (Cofeci) os corretores somam 285 mil no país e nos últimos cinco anos houve crescimento de 80%.


Anterior a toda essa movimentação, o administrador de empresas com especialização na área financeira, Nelson Jerusevicius, já estava atento ao que viria pela frente. Depois de construir carreira em companhias nacionais e multinacionais de peso, e dois anos após se aposentar, Jerusevicius começou a investir naquilo que imaginava ser uma profissão "mais livre" e com melhor qualidade de vida. Ele diz que acertou em algumas previsões e errou em outras.


A experiência profissional colocou Jerusevicius em uma posição privilegiada em relação aos colegas que não tinham passado pela área financeira. "Para tirar o registro do Conselho Regional de Corretor de Imóveis (Creci) é preciso se submeter a um curso oferecido pelo próprio conselho. Eliminei várias matérias por ter formação superior e conhecimento na área financeira", conta. O ex-executivo faz questão de manter um elo com o Creci/SP onde participa de encontros mensais. "É difícil formar uma equipe. Há uma rotatividade grande de corretores por conta da escassez desses profissionais no mercado. Há uma concorrência muito grande e, ao mesmo tempo, falta de profissionalização", diz.


Andréa Granja, gerente de recursos humanos da Brasil Broker, explica que a mão de obra ficou mais escassa por conta do "boom" do mercado. Em contrapartida, aqueles que se identificam com vendas passaram a buscar qualificação, procurando sobretudo empresas que dão esse suporte.


Mas há uma nova safra de interessados chegando no mercado. "A Broker começou a perceber, há cerca de três anos, um interesse grande por parte de profissionais que começam a escolher o mercado imobiliário como profissão", relata Andréa. "Com idade entre 26 anos e 45 anos, eles estão interessados em desenvolver uma carreira, e isso é uma novidade. Alguns ainda estão fazendo faculdade e outros já se formaram."


Segundo a gerente, a maior procura tem sido por parte de advogados. "Têm pessoas com diversas formações interessadas no ramo, mas os advogados chamam mais atenção", acrescenta.


Em todo o país a Brasil, Brokers conta com mil corretores credenciados, segundo ela. "Desse total, 44% têm curso superior. Há dez anos isso era impensável", resume.


De acordo com Andréa, 65% dos corretores são homens e 35% mulheres. "Hoje, temos muitas mulheres e jovens que procuram a faculdade de gestão imobiliária, buscam se qualificar para entrar num mercado promissor, mas competitivo", diz.


Os requisitos para o sucesso vão além do tino de vendedor. É preciso proatividade, persuasão, perseverança, foco em resultado, boa comunicação, ética e credibilidade, diz a gerente. "O perfil do corretor mudou substancialmente, uma década atrás os corretores apenas tiravam pedido, a participação das mulheres girava em torno de 10 a 15%, a idade se concentrava entre 40 e 50 anos e quase não havia profissionais com nível superior", diz Andréa.


Ao contrário do que se poderia imaginar, o avanço tecnológico não reduziu as funções do corretor. "Os sites exibidos pelas imobiliárias são ferramentas de fácil acesso. O cliente pode pesquisar condições de financiamento, melhores investimentos, mas quando seguem para definir, o atendimento presencial é exigido e necessário", diz Andréa. "Investir em treinamento é primordial para o corretor", resume.


Gilberto Yogui, diretor do Creci/SP e professor de alguns dos cursos ministrados pelo conselho, explica que o primeiro passo para quem quer se tornar um profissional de corretagem é ter o registro do Creci. "Paralelamente aos cursos que são oferecidos pelo Creci, o profissional também tem que cumprir uma carga horária de estágio", diz Yogui.


Além de oferecer uma visão geral do mercado, o conselho conta com cursos de especialização. "Se o profissional quer se especializar em contratos e documentação de imóveis, ele se inscreve no curso denominado documentação imobiliária, cuja carga horária é de cinco horas", afirma. O curso de matemática financeira exige 9 horas de aulas, enquanto a especialização em Sistema Financeiro de Habitação permite ao corretor conhecer com profundidade todas as regras sobre financiamento, uso FGTS, normatização, entre outros temas relacionados.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

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Novela "Amor a Vida" destaca profissão do Corretor de Imóveis.



No capítulo de (24/05/2013) da novela "Amor à Vida", das 21h da TV globo, o protagonista bruno, vivido pelo galã Malvino Salvador, falou que quer mudar de vida: "Vou trabalhar com imóveis. Vou tirar o Creci e vou ser corretor". Esta cena destaca nossa profissão, nos da credibilidade, e orienta a sociedade sobre a necessidade de o profissional imobiliário ser inscrito no Sistema Cofeci-Creci. Agradecemos o destaque que nos foi dado pelo autor da trama, Walcyr Carrasco, e a emissora, que tem nos atendidos no sentido de, em conjunto, alertarmos a sociedade e disponibilizar informações seguras sobre o mercado imobiliário.

Cena da novela: http://bit.ly/Amor_a_Vida

Por: João Teodoro da Silva

Presidente sistema Cofeci-Creci

Feirão da Caixa negocia meio bilhão em Florianópolis

Quase 13 mil pessoas visitaram o evento que contratou 2.175 negócios

André Amaral  |  reportagem@diario.com.br

Encerrado ontem, o 9o Feirão Caixa da Casa Própria de Florianópolis recebeu quase 13 mil pessoas que contrataram  2.175 negócios, no valor total de R$ 470 milhões. No evento, que começou sexta-feira, participaram cerca de 90 construtoras e 50 imobiliárias participaram do Feirão.

Apesar deste número de empresas, o evento deste ano ficou abaixo da expectativa da Caixa, que era de R$ 600 milhões em negócios na Capital. Ainda assim, o superintendente do banco garante que as condições do Feirão, que irão se estender até o final de junho, são facilitadoras.

Carla Gonçalves, 33 anos, não perdeu a oportunidade de adquirir a primeira casa própria. A doméstica, que há mais de um ano vinha procurando sem sucesso um apartamento compatível com a própria realidade econômica, se convenceu de que precisava fazer algumas concessões e decidiu adquirir um imóvel em Palhoça. Para isto, ela deu uma pequena entrada e financiará o restante com uma taxa de juros de 4,5%.

? Decidi com base no preço e nas condições, que estão boas. Não vou morar na Ilha como queria, mas estou feliz por ter encontrado um apartamento bom e acessível ? explica.
Casal conseguiu adquirir imóvel para melhorar renda

Diferente de Carla, a professora Lissandra Zanon, 30, representa os cerca de 2% do público que visitou o Feirão em busca de um segundo imóvel. A moradora de Biguaçu tem uma casa própria, onde mora com o marido Marcos, mas decidiu investir em um apartamento em Palhoça para alugar e obter uma segunda fonte de renda.

? Venho pesquisando há uns três meses e aqui encontrei bom preço, ótimas condições e juros baixos. Valeu a pena ? celebrou a professora.

>>>> Para comprar bem

Dica para o primeiro imóvel
* Não comprometer mais do que 30% da renda total na aquisição do imóvel.

* Contrariando a tendência, é fundamental analisar as características do imóvel com frieza, deixando de lado a emoção e levando em conta pontos como a vizinhança e a distância até o local de trabalho e a escola dos filhos.
Dica para o segundo imóvel
* Colocar o imóvel próprio à venda antes de adquirir o segundo é o mais indicado. Com o dinheiro em mãos, fica mais fácil negociar.
Consórcios
* Se o horizonte da compra de imóvel é de médio ou longo prazo, especialistas recomendam o consórcio imobiliário.

Diário Catarinense

Feirão Caixa da Casa Própria movimenta R$ 1,075 bilhão

Feirão Caixa da Casa Própria movimenta R$ 1,075 bilhão Caixa Federal/Divulgação
Evento na Fiergs reuniu público de quase 20 mil pessoas Foto: Caixa Federal / Divulgação

Nos três dias do evento foram fechados 7.308 contratos

Com crescimento de 12% em relação à edição do ano passado, o Feirão Caixa da Casa Própria movimentou um total de R$ 1,075 bilhão. O evento, realizado desde sexta-feira no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, terminou neste domingo, totalizando 7.308 contratos fechados, com valor médio de R$ 148 mil.

Foram ofertados mais de 32 mil imóveis: 15,5 mil usados e 16,5 mil novos ou em construção. Participam 48 construtoras e 69 imobiliárias, além de parceiros do governo do Estado e prefeitura da Capital.

Conforme a Caixa, passaram pelo evento no final de semana 19,2 mil pessoas. Até sábado, o feirão já tinha movimentado R$ 652 milhões.

Apesar do volume de contratos celebrados durante o feirão, o superintendente regional da Caixa no Leste Gaúcho, Eduardo Kisner, destaca que os efeitos vão se propragar e a expectativa é de que o movimento no setor imobiliário das agências dobre nas próximas duas semanas.

- Muitos clientes visitam o feirão e só depois tomam a decisão de obter o financiamento. Com os contratos fechados, estimamos que cerca de 28 mil pessoas ficaram mais felizes, pois terão a sua casa própria - afirma.

Um dos atrativos para a obtenção do financiamento é a possibilidade de pagar a primeira prestação em janeiro de 2014. Os prazos são de até 35 anos e as taxas de juros, a partir de 4,5% ao ano.

Neste domingo, a incorporadora Melnick Even realizou a segunda edição do Melnick Even Day, que pretendia comercializar 430 imóveis comerciais e residenciais em oferta, alguns com descontos à vista que chegavam à 36%. Filas se formaram nas ruas próximas à sede da empresa, no bairro Mont Serrat, e alguns clientes dormiram em barracas para garantir os negócios.

De acordo com diretor da construtora, Juliano Melnick, cerca de 200 contratos foram fechados, superando a edição do ano passado, mas os números somente serão definidos nesta segunda-feira.

_ Vamos aguardar o retorno, com assinatura, dos contratos impressos até a meia-noite para encerrar a contabilização _ afirmou.

Financiamentos movimentam R$ 112 milhões na feira de imóveis

Jornal de Londrina

Nos três dias de evento, 750 contratos foram assinados e encaminhados pela Caixa Econômica Federal

Mais de R$ 112 milhões foram negociados em financiamento pela Caixa Econômica Federal durante a Feira de Imoveis de Londrina, realizada no fim de semana. Nos três dias de evento, 750 contratos foram assinados e encaminhados pela Caixa.

De acordo com o superintendente regional da Caixa, Elcio de Lara, o feirão superou o volume de negócios do ano passado e recebeu um público mais qualificado, decidido a fazer a compra.

As condições oferecidas pela Caixa serão mantidas para quem procurar financiamento da casa própria nas agências. Os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) têm carência de seis meses. O comprador só começa a pagar as prestações em janeiro de 2014.

Contrato de gaveta: Riscos no Caminho da Casa Própria

Contrato de gaveta: Riscos no Caminho da Casa Própria

BRASÍLIA [ ABN NEWS ]  Comprar imóvel com contrato de gaveta não é seguro, mas é prática comum. Acordo particular realizado entre o mutuário que adquiriu o financiamento com o banco e um terceiro, traz riscos evidentes. Entre outras situações, o proprietário antigo poderá vender o imóvel a outra pessoa, o imóvel pode ser penhorado por dívida do antigo proprietário, o proprietário antigo pode falecer e o imóvel ser inventariado e destinado aos herdeiros.

Além disso, o próprio vendedor poderá ser prejudicado, caso o comprador fique devendo taxa condominial ou impostos do imóvel, pois estará sujeito a ser acionado judicialmente em razão de ainda figurar como proprietário do imóvel.

Por problemas assim, o contrato de gaveta é causa de milhares de processos nos tribunais, uma vez que 30% dos mutuários brasileiros são usuários desse tipo de instrumento.

A Caixa Econômica Federal (CEF) considera o contrato de gaveta irregular porque, segundo o artigo 1º da Lei 8.004/90, alterada pela Lei 10.150/00, o mutuário do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) tem que transferir a terceiros os direitos e obrigações decorrentes do respectivo contrato. Exige-se que a formalização da venda se dê em ato concomitante à transferência obrigatória na instituição financiadora.

Entretanto, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem reconhecido, em diversos julgados, a possibilidade da realização dos contratos de gaveta, uma vez que considera legítimo que o cessionário do imóvel financiado discuta em juízo as condições das obrigações e direito assumidos no referido contrato.

Validade de quitação

O STJ já reconheceu, por exemplo, que se o contrato de gaveta já se consolidou no tempo, com o pagamento de todas as prestações previstas no contrato, não é possível anular a transferência, por falta de prejuízo direto ao agente do SFH.

Para os ministros da Primeira Turma, a interveniência do agente financeiro no processo de transferência do financiamento é obrigatória, por ser o mútuo hipotecário uma obrigação personalíssima, que não pode ser cedida, no todo ou em parte, sem expressa concordância do credor.

No entanto, quando o financiamento já foi integralmente pago, com a situação de fato plenamente consolidada no tempo, é de se aplicar a chamada teoria do fato consumado, reconhecendo-se não haver como considerar inválido e nulo o contrato de gaveta (REsp 355.771).

Em outro julgamento, o mesmo colegiado destacou que, com a edição da Lei 10.150, foi prevista a possibilidade de regularização das transferências efetuadas até 25 de outubro de 1996 sem a anuência da instituição financeira, desde que obedecidos os requisitos estabelecidos (REsp 721.232).

Como se observa, o dispositivo em questão revela a intenção do legislador de validar os chamados contratos de gaveta apenas em relação às transferências firmadas até 25 de outubro de 1996. Manteve, contudo, a vedação à cessão de direitos sobre imóvel financiado no âmbito do SFH, sem a intervenção obrigatória da instituição financeira, realizada posteriormente àquela data, afirmou o relator do caso, o então ministro do STJ Teori Zavascki, hoje no Supremo Tribunal Federal (STF).

No julgamento do Recurso Especial 61.619, a Quarta Turma do STJ entendeu que é possível o terceiro, adquirente de imóvel de mutuário réu em ação de execução hipotecária, pagar as prestações atrasadas do financiamento habitacional, a fim de evitar que o imóvel seja levado a leilão.

Para o colegiado, o terceiro é diretamente interessado na regularização da dívida, uma vez que celebrou com os mutuários contrato de promessa de compra e venda, quando lhe foram cedidos os direitos sobre o bem. No caso, a Turma não estava discutindo a validade, em si, do contrato de gaveta, mas sim a quitação da dívida para evitar o leilão do imóvel.

Revisão de cláusulas

Para o STJ, o cessionário de contrato celebrado sem a cobertura do FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais) não tem direito à transferência do negócio com todas as suas condições originais, independentemente da concordância da instituição financeira.

O FCVS foi criado no SFH com a finalidade de cobrir o saldo residual que porventura existisse ao final do contrato de financiamento. Para ter esse benefício, o mutuário pagava uma contribuição de 3% sobre cada parcela do financiamento. Até 1987, os mutuários não tinham com o que se preocupar, pois todos os contratos eram cobertos pelo FCVS. A partir de 1988, ele foi retirado dos contratos e extinto em definitivo em 1993.

De acordo com a ministra Isabel Gallotti, relatora do caso [Leia abaixo a matéria: Terceiro adquirente de imóvel sem garantia de fundo não é parte legítima para pedir revisão de cláusulas], o terceiro pode requerer a regularização do financiamento, caso em que a aceitação dependerá do agente financeiro e implicará a celebração de novo contrato, com novas condições financeiras.

Segundo a ministra, quando o contrato é coberto pelo FCVS, o devedor é apenas substituído e as condições e obrigações do contrato original são mantidas. Porém, sem a cobertura do FCVS, a transferência ocorre a critério do agente financeiro e novas condições financeiras são estabelecidas (REsp 1.171.845).

Em outro julgamento, o STJ também entendeu que o cessionário de mútuo habitacional é parte legítima para propor ação ordinária contra agente financeiro, objetivando a revisão de cláusula contratual e de débito, referente a contrato de financiamento imobiliário com cobertura pelo FCVS.

Perfilho-me à novel orientação jurisprudencial que vem se sedimentando nesta Corte, considerando ser o cessionário de imóvel financiado pelo SFH parte legítima para discutir e demandar em juízo questões pertinentes às obrigações assumidas e aos direitos adquiridos através dos cognominados contratos de gaveta, porquanto, com o advento da Lei 10.150, o mesmo teve reconhecido o direito de sub-rogação dos direitos e obrigações do contrato primitivo, assinalou o relator do recurso, o ministro Luiz Fux, atualmente no STF (REsp 627.424).

Seguro habitacional

Exigido pelo SFH, o seguro habitacional garante a integridade do imóvel, que é a própria garantia do empréstimo, além de assegurar, quando necessário, que, em eventual retomada do imóvel pelo agente financeiro, o bem sofra a menor depreciação possível.

No caso de contrato de gaveta, a Terceira Turma do STJ decidiu que não é devido o seguro habitacional com a morte do comprador do imóvel nessa modalidade, já que a transação foi realizada sem o conhecimento do financiador e da seguradora (REsp 957.757).

Em seu voto, a relatora, ministra Nancy Andrighi, afirmou que, de fato, não é possível a transferência do seguro habitacional nos contratos de gaveta, pois nas prestações de mútuo é embutido valor referente ao seguro de vida, no qual são levadas em consideração questões pessoais do segurado, tais como idade e comprometimento da renda mensal.

Ao analisar processos análogos, as Turmas que compõem a Segunda Seção decidiram que, em contrato de promessa de compra e venda, a morte do promitente vendedor quita o saldo devedor do contrato de financiamento. Reconhecer a quitação do contrato de financiamento em razão, também, da morte do promitente comprador, incorreria este em enriquecimento sem causa, em detrimento da onerosidade excessiva do agente financeiro, destacou a relatora.

Diante dos riscos representados pelo contrato de gaveta, o melhor é regularizar a transferência, quando possível, ou ao menos procurar um escritório de advocacia para que a operação de compra e venda seja ajustada com o mínimo de risco para as partes contratantes.

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Decisão STJ: Terceiro adquirente de imóvel sem garantia de fundo não é parte legítima para pedir revisão de cláusulas

Matéria Publicada em 09/11/2011 - 09h03


BRASÍLIA [ ABN NEWS ]  O cessionário de contrato celebrado sem a cobertura do FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais) não tem direito à transferência do negócio com todas as suas condições originais, independentemente da concordância da instituição financeira credora. O comprador no chamado contrato de gaveta tampouco tem legitimidade para pedir na justiça a revisão das condições do mútuo do qual não é parte.

O entendimento é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com a ministra Isabel Gallotti, o terceiro poderequerer a regularização do financiamento, caso em que a aceitação dependerá do agente financeiro e implicará a celebração de novo contrato, com novas condições financeiras.

No caso julgado, uma cidadã do Rio de Janeiro ajuizou ação de consignação de pagamento, para realizar depósitos mensais de acordo com cálculos a partir da revisão de cláusulas do contrato originário, celebrado pelo antigo mutuário. Ela alegou que a transferência do financiamento para seu nome junto à Caixa Econômica Federal (CEF) seria muito cara.

Segundo a compradora, a Lei 10.150/00 autorizaria a regularização das transferências de débitos relativos ao SFH. Disse que o contrato de promessa de compra e venda celebrado com o antigo mutuário lhe garantiria ser considerada parte legítima para mover a ação judicial de revisão do contrato.

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), ao julgar um recurso interno na apelação, considerou que a regularização das transferências realizadas sem o consentimento do agente financeiro só se aplica em casos de liquidação antecipada da dívida de contratos do SFH. Inconformada, a compradora recorreu ao STJ.

Riscos

A ministra Gallotti concluiu que a Lei 10.150 (artigo 22) só permite a equiparação do terceiro ao contratante original quando da liquidação e habilitação junto ao FCVS, e desde de que a cessão tenha ocorrido até 25 de outubro de 1996. Já os contratos sem cobertura do FCVS podem ser novados  quando se cria nova obrigação, extinguindo a antiga  entre as partes com o estabelecimento de novas condições financeiras (artigo 23 da Lei 10.150).

Segundo a ministra, quando o contrato é coberto pelo FCVS, o devedor é apenas substituído e as condições e obrigações do contrato original são mantidas (artigo 2º da Lei 8.004/90, com a redação dada pela Lei 10.150). Porém, sem a cobertura do FCVS, a transferência ocorre a critério do agente financeiro e novas condições financeiras são estabelecidas (artigo 3º da Lei 8.004, com a redação dada pela Lei 10.150).

O motivo do tratamento diferenciado é óbvio, explicou a ministra: No caso de contratos com cobertura pelo FCVS o risco imposto à instituição financeira é apenas relacionado ao pagamento de prestações, o saldo devedor residual será pago pelo fundo. Sem a cobertura pelo FCVS, a instituição não precisa correr o mesmo risco, mas pode aceitar a transferência mediante novas condições financeiras.

Isso se dá, de acordo com a relatora, porque as partes originárias avençaram determinadas condições que não se sabe se são preenchidas pela pessoa que venha a substituir o mutuário no contrato. No caso em questão, a nova contratante reconhece não tercondições de pagar as prestações decorrentes do contrato. Não se pode admitir, portanto, que assuma a posição de devedor em contrato do qual não participou, asseverou a ministra.

Feirão da Caixa: vendas de 238 milhões em SC

Moacir Pereira

O 9º Feirão CAIXA da Casa Própria, em Florianópolis, ultrapassou o volume de R$ 238 milhões em contratos assinados e encaminhados nos dois primeiros dias de realização. O número total de visitantes superou a marca de 8.700 pessoas. Amanhã (26) é o último dia do evento na cidade.

Este ano, quem contratar o financiamento imobiliário no período do feirão poderá começar a pagar a primeira prestação em janeiro de 2014. A condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) que forem concedidos, nos meses de maio e junho, durante o feirão ou em uma das agências da CAIXA.

No evento, estão sendo oferecidos mais de 15 mil imóveis. Cerca de 90 construtoras e 50 imobiliárias, além de parceiros institucionais como o Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon/Fpolis), participam desta edição, ocupando uma área de 5.400 m².

Só no empurrãozinho: Caixa oferece incentivos ao mutuário para continuar no ritmo de expansão

RIO - Houve quem achasse que o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica no Rio, este ano, corria o risco de virar feirinha. Afinal, com a desaceleração do mercado imobiliário, a oferta de imóveis no evento fora bem menor que em 2012: 31,8 mil unidades foram colocadas à venda, contra 46 mil do ano passado. Mas o esforço da instituição rendeu resultados.

O número de contratos firmados registrou crescimento, apesar de ligeiro, passando do total de 8.735 de 2012 para 9.017 (3,2% a mais). E os valores negociados foram além: alta de 25%, apurando-se, em 2013, R$ 1,5 bilhão, contra o R$ 1,2 bilhão do ano passado. Passaram pelo Riocentro, 71 mil visitantes.

- Nossa expectativa era atender em torno de 60 mil pessoas - diz a superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, admitindo, entretanto, que o pico de vendas do mercado imobiliário ficou para trás. - A velocidade das negociações agora está mais baixa. Os preços subiram muito. Mas estamos contratando direto, o ano todo.

Para impulsionar os negócios, entre as medidas adotadas pela Caixa está a promoção lançada no feirão, que permite que a primeira parcela de todos os financiamentos feitos até 30 de junho, em todo o país, seja paga só em janeiro de 2014. Além disso, o banco conta com seu programa Caixa Melhor Crédito, que reduziu juros em diferentes programas habitacionais do ano passado para cá. O que fez depois de reduzir prazos de pagamento.

Com isso, o balanço do primeiro quadrimestre dá sinais de que este ano será melhor que 2012: de janeiro a abril, foram emprestados R$ 3 bilhões para a casa própria no Rio, referentes a 24.527 contratos. No mesmo período de 2012, tinham sido firmados 23.015 contratos habitacionais, num total de R$ 2,55 bilhões, o que dá 17,6% a mais em caixa. No país, a diferença é ainda mais significativa, com essa variação chegando a 40,7%: em 2013, 409.800 contratos foram assinados, por R$ 36,1 bilhões, contra 311.965 contratos, por R$ 26 bilhões, entre janeiro e agosto de 2012. A Caixa , inclusive, já elevou a previsão de contratações de crédito imobiliário no país para este ano de R$ 120 bilhões para R$ 126,5 bilhões - ano passado, foram R$ 106,74 bilhões.

O fato é que as condições de crédito do banco não eram tão favoráveis, há décadas - o que, aliás, influencia as outras instituições. Pelo programa Caixa Melhor Crédito, os juros na compra de imóveis com valor até R$ 500 mil (dentro do Sistema Financeiro da Habitação) baixaram para entre 7,8% e 8,85% mais TR ao ano (seguindo o nível de relacionamento de mutuário e banco). Na compra de imóvel com valor superior a R$ 500 mil, os juros estão entre 8,4% e 9,4% mais TR. Na Carta de Crédito FGTS, voltada à baixa renda, a nova taxa vai de 4,5% a 8,4% mais TR ao ano.

- O mutuário tem gastos significativos com entrada, registro, mobiliário. Damos um tempo para ele se reestruturar financeiramente antes de começar a pagar o empréstimo - diz Nelma, explicando a promoção de pagamento só para janeiro do ano que vem.

O diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) Andrew Storfer, reconhece que as condições estão atrativas, mas recomenda cuidados com o comprometimento de renda:

- A tendência para a Selic nos próximos dois anos é girar entre 7% e 8%. Os juros, portanto, não ficarão muito abaixo disso. É provável que não desçam mais. Mas a inflação vai continuar mais forte, na média anual de 5%. Assim, é preciso que o mutuário se mantenha atento a seu endividamento.

Storfer ressalta que o apetite do mercado para "desovar" estoques também é grande, por isso as condições estão favoráveis. No feirão do Rio, a maioria das unidades ficava na Zona Oeste ou na Barra, onde há mais oferta. Do total de 31.820, 26.520 eram novos ou em construção e 5.300 usados, e 10.800 se enquadravam no Minha Casa, Minha Vida.

Até junho, o 9º Feirão da Caixa terá acontecido em 13 cidades do país. A previsão do banco é que o número de imóveis ofertados seja superior a 400 mil e que o volume de negócios fique de 20% a 25% acima dos R$ 12,2 bilhões movimentados em 2012. Já receberam o feirão: São Paulo, Fortaleza, Brasília, Uberlândia, Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre e Belo Horizonte. As próximas serão Belém, Recife e Campinas, entre os dias 14 e 16 de junho.

O trabalho do Corretor de Imóveis em lançamentos imobiliários.

Na profissão de corretor de imóveis, como em outra qualquer, existem características que definem os tipos de trabalhos que se podem realizar em seu exercício profissional, e no seu dia a dia.

O corretor que é um profissional, remunerado por resultados de vendas  e que só conquista  seus  ganhos,  quando efetua uma venda, tem algumas opções de atuação profissional quando decide entrar para esta profissão.

O Corretor poderá atuar no mercado de imóveis em várias especialidades, como por exemplo: Venda de imóveis de terceiros  por conta própria, venda de imóveis de terceiros vinculado a uma empresa imobiliária, administração de alugueis, atuar especificamente como captador de imóveis para outras empresas, vendas judiciais, elaborar avaliações de imóveis, LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS, e  tantas outras que poderíamos elencar aqui.

Neste artigo, porem,  estaremos  falando especificamente sobre um  ramo de atuação dos mais expressivos da profissão de Corretor de Imóveis, que é o trabalho como CORRETOR DE IMÓVEIS EM LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS.

O CORRETOR DE IMÓVEIS EM LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS, como o próprio nome já diz, é aquele do qual, o corretor,  estará oferecendo imóveis que estão sendo lançados no mercado, e que ao longo de seu trabalho vão sendo construídos  pelas empresas, e oferecidos durante o prazo previsto de entrega, desde o lançamento na planta até a conclusão da construção.

Neste trabalho o corretor de imóveis irá vivenciar os diversos estágios que um imóvel pode ter, e terá a oportunidade de conhecer melhor os aspectos que envolvem todas as fases da construção civil. È uma boa oportunidade profissional de desenvolver  aptidões  detalhadas sobre aspectos físicos, estruturais, arquitetônicos, de acabamento,  relacionados a venda do imóvel.

Normalmente, quando se atua neste segmento, o corretor recebe uma estrutura de venda bem programada, afinal as empresas responsáveis, dependem  fundamentalmente desta programação para obterem  sucesso em seus lançamentos imobiliários.

Em face disto o Corretor de imóveis acaba tendo acesso a diversas ferramentas e técnicas de vendas que lhe gerarão um crescimento profissional. O corretor terá acesso a plantas das unidades  a serem vendidas, terá acesso a dados sobre os acabamentos  a serem empregados nos imóveis, conhecerá aspectos ligados a estrutura da construção civil, terá agregado ao seu conhecimento conceitos de arquitetura e paisagismo, aprenderá a manusear e explicar ao seu cliente por meio de matérias impressos os aspectos gerais do produto a ser vendido, além de outras tantas experiências de crescimento profissional que poderão ser obtidas.

Sem dúvida, são experiências muito indicadas para o corretor que deseja crescer e se aprimorar em sua profissão.

No ramo de LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS, as perspectivas de crescimento também são muito interessantes, pois existem diversas hierarquias dentro deste segmento, que determinam o seu grau de responsabilidade neste trabalho. Para que uma estrutura de lançamentos funcione bem, as empresas de LANÇAMENTOS, desenvolveram  vários cargos, em diversos níveis de responsabilidade.

Ao optar por ser um corretor de LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS,  você poderá começar como estagiário, depois tornar-se corretor efetivo, tornar-se responsável por algum trabalho específico dentro da estrutura de vendas, tornar-se GERENTE DE EQUIPE, GERENTE DE PRODUTOS,  DIRETOR DE VENDAS, DIRETOR OPERACIONAL, DENTRE OUTROS.

Sob o ponto de vista de remuneração, os corretores de lançamentos recebem na maioria dos casos três tipos de comissionamento, a saber:

COMISSÃO SOBRE VENDAS - quando o corretor vende um produto ele recebe um valor percentual sobre o preço vendido ao cliente. Este valor varia muito, e não podemos precisar quanto é este percentual, mas na maioria dos casos é oferecido ao corretor de 0,8% a 1,4% sobre o preço do imóvel.

PREMIAÇÃO SOBRE VENDAS - Em muitos casos, além da comissão citada acima, as empresas oferecem valores fixos sobre cada unidade vendida, que são denominados "PRÊMIOS"  e normalmente giram em torno de 0,4% a 2% do valor de venda dos produtos oferecidos ao cliente.

PREMIAÇÃO SOBRE METAS DE VENDAS  -São valores, brindes, custeio de despesas, sorteios, vales compras, automóveis, viagens e etc , oferecidos quando as equipes de vendas ou o corretor se destaca em vendas ou atinge metas estabelecidas pela empresa ou construtora.

Como é o "dia a dia"  do CORRETOR DE LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS?

O trabalho normalmente é vinculado a uma disposição e dedicação especiais, nesta área o profissional  é orientado e cobrado a se integrar plenamente ao ambiente de vendas das empresas responsáveis pela comercialização dos lançamentos, incluindo finais de semana e feriados se for necessário.  As empresas cobram do corretor presença quase que diária nas atividades de vendas e plantões de vendas, que podem ser na própria sede da empresa, como também nos locais em que se realizam as obras dos imóveis a serem entregues, ou em áreas que estiverem no cronograma de divulgação de produtos, além de participações em feiras e eventos do setor imobiliário. O corretor também provavelmente  será  cobrado em atividades adicionais, de acordo com os padrões de cada empresa, como por exemplo:

- Participação em ações conjuntas, de divulgação de produtos, dando plantões em stands de vendas móveis ou temporários, distribuição de panfletos.
-telemarketing.
-treinamentos.
-Reuniões de equipe.
-Reuniões de diretoria.
-Reuniões gerais, que concentram todos os funcionários de vendas da empresa.
-Elaboração de pedidos, consiste em formalizar a compra propriamente dita dos imóveis pelo cliente.
-Preparação de material de divulgação, consiste em separar um tempo na sua rotina para reunir material gráfico e de apresentação em mídia eletrônica, na sede da empresa.
-Pós venda, consiste em verificar junto ao cliente se tudo correu bem após a venda do produto.
-Relatórios de atendimento,  consiste em enviar relatórios periódicos de sua rotina de trabalho e de seus atendimentos aos superiores na área de vendas.

Quais os Matérias de trabalho que o corretor precisa?

-Carro
- Lap Top ( computador pessoal )
-Celular ( de preferência  smartphone )
- Roupa Social - Ternos
-Internet
-Ferramentas  eletrônicas de divulgação em Sites.
-Faixas e placas para anunciar imóveis
-Cartões pessoais e empresariais
-Acesso de seus produtos a Anúncios em jornais e outros meios.
-Panfletos, folders, cartazes e outros impressos sobre o produto.

Onde trabalhar?

-Opte por empresas que valorizam sua profissão, que sejam profissionais,  que tenham um bom conceito de mercado. Pesquise sua situação junto aos órgãos de fiscalização, verifique se os produtos vendidos não possuem restrições legais.

-Exploração do profissional.  Sempre que tiver dúvidas sobre o exercício de sua profissão procure os órgãos de regulamentação da atuação dos corretores, os " CRECI´s", conselhos regionais de Corretores de imóveis ou sindicatos.

-Ética em seu trabalho. Seja acima de tudo ético, pois os atendimentos são sementes plantadas  agora para que sejam colhidas em  um futuro.

Criado por , José Alberto Horowitz-Diretor, Site dos Corretores, www.sitedoscorretores.com.br

A hora e a vez dos imóveis mais ao Norte

A hora e a vez dos imóveis mais ao Norte

Barreto e Fonseca atingem a maior valorização do metro quadrado em moradias à venda na cidade

Daniel Braga

daniel.braga.let@oglobo.com.br

Lazer. As atividades diárias nas praças e no Horto do Barreto garantem a parte saudável da rotina dos moradores do bairro, que passa por mudanças urbanas

Sujeira. O acúmulo de lixo em calçadas é um dos impactos do adensamento da população

Horto. Cláudia vai com o filho ao horto todos os dias

Fotos de Felipe Hanower

A Zona Norte de Niterói é a área com a maior variação do valor do metro quadrado de imóveis ofertados para venda na cidade, apresentando uma valorização de 34,8% na comparação entre abril de 2012 e o mesmo período deste ano, de acordo com dados do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio). Em apenas dois bairros da região - Barreto e Fonseca -, o metro quadrado subiu de R$ 6.410 para R$ 8.639. Levando em conta somente os limites geográficos do Barreto, o aumento atinge 44,4%, o que eleva o lugar a titular do metro quadrado mais valorizado de todo o município, passando de R$ 3.192 para R$ 4.609, considerando a comparação até abril deste ano.

Segundo o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) de Niterói, Jean Pierre Biot, o surgimento de novos empreendimentos habitacionais na Zona Norte da cidade é um dos fatores que impulsionaram o movimento.

- Nos últimos anos, as leis para o desenvolvimento de propostas imobiliárias para a região foram mais claras do que em outros locais da cidade. Estamos falando de um espaço bem localizado, onde há opção de meios de transporte, e a infraestrutura urbana está pronta - analisou.

Biot acredita, contudo, que é essencial que o crescimento seja acompanhado pelo poder público e pela sociedade.

- As pessoas têm responsabilidades em relação à preservação e à conservação de seus bairros - afirmou o presidente da Ademi de Niterói.

O professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense (UFF) Gerônimo Leitão lembrou que, além da maior oferta de imóveis na Zona Norte, a concessão de crédito para cidadãos antes excluídos do mercado imobiliário contribuiu para o processo de valorização.

- Isso trouxe uma demanda diferenciada. A instalação de projetos que geraram empregos no Leste Fluminense é outro fator de destaque nessa dinâmica. Muitos querem morar mais perto do trabalho para evitar os problemas de mobilidade - pontuou o especialista.

A facilidade de financiamento para aquisição de veículos, observa o professor, faz com que a opção pelo transporte individual seja prioritária, caso não haja melhoria no sistema de transportes coletivos.

- Daí os engarrafamentos tão comuns em todos os municípios metropolitanos do país. Planejamento é fundamental antes de se promover qualquer intervenção urbana - completou Leitão.

Residente há seis anos na Rua Luiz Palmier, a advogada Cláudia Vasconcelos, de 44 anos, afirmou que a oferta de escolas públicas na região e de atividades em espaços de lazer como o Horto do Barreto contrastam com outras consequências da mudança e problemas cotidianos:

- Contamos com duas linhas de ônibus, que já começam a se mostrar insuficientes. Quando chove muito, ruas alagam, e o lixo de alguns residenciais por vezes se acumula nas calçadas.

Sobre as queixas da moradora, a prefeitura informou que a limpeza dos ralos e das caixas de passagem das ruas é feita periodicamente. O lixo acumulado nas calçadas, segundo a nota, é de uma feira, mas é recolhido pela Clin frequentemente, garante a prefeitura.

Pelas informações do Secovi Rio, o Centro foi a segunda região com a maior valorização em Niterói, com 18,4% de alta no preço do metro quadrado, em abril deste ano. Na sequência da lista aparecem a Região Oceânica (16,3%) e a Zona Sul (14,6%). Entre os bairros, o Fonseca (25,2%) e a Boa Viagem (24,9%) completam o pódio dos três primeiros depois do Barreto.

Uma casa dos sonhos. E flutuante

Uma casa dos sonhos. E flutuante

Estrutura de contêiner e ambientação de loft na Califórnia

Vizinhos. A estrutura de contêiner se difere das mais antigas casas de Mission Creek. O pedalinho é usado por toda a vizinhança

Loft na água. A sala, que tem móveis trazidos da Indonésia pelo casal, é integrada à cozinha e às varandas

Ponte. A escada que liga os dois ambientes: inspiração na famosa Golden Gate Bridge

Cozinha. Luminárias pendentes de cerâmica e armários feitos sob medida

Banheiro. Em vez de blíndex ou cortinas, o boxe ganhou portas no estilo das janelas

Fotos de Matthew Millman/The New York Times

Há quem more em barcos ou palafitas. Mas, por que não, ir além e viver em casas flutuantes? Pois na região de Mission Creek, na Califórnia, há cerca de 20 casas assim. A mais nova delas, contudo, chama atenção por sua arquitetura contemporânea e métodos construtivos, mostrou o New York Times em matéria publicada recentemente.

Feita com contêineres, a casa ganhou amplas esquadrias de metal, altas e largas, que permitem melhorar a iluminação interna naturalmente. O telhado em diferentes níveis faz referência ao passado industrial da região. A montagem foi feita num estaleiro em Sausalito, outra área próxima a São Francisco, onde casas flutuantes são bem mais comuns, e custou U$ 400 mil (ou cerca de R$ 800 mil).

Montagem levou seis meses

Internamente, a ambientação da casa de 195 metros quadrados é de um quase loft. Salas de estar e jantar e cozinha são integradas, o que fica ainda mais evidente pela escolha do piso: madeira. Mas a estrela da casa é sua escada circular, que ganhou um forte tom de laranja, referência à famosa Golden Gate Bridge, um dos principais pontos turísticos de São Francisco. Os móveis, também em madeira, dão toque rústico à decoração mais contemporânea e foram trazidos da Indonésia e comprados pessoalmente pelos donos da casa, durante sua lua de mel.

Sarah e Kimo Bertram, o casal, conhecem bem o mundo da construção. Ele é vice-presidente de Desenvolvimento Imobiliário da Hyatt Hotels. Ela é diretora de uma companhia de energia solar. Com esse currículo, nunca tinham pensado em viver numa casa flutuante. Mas acabaram comprando a ideia. E montaram seu projeto num pequeno canal próximo a uma área, antes industrial, que só cresceu recentemente, após a reconstrução da região de Mission Bay, que, patrocinada pelo governo californiano, se tornou um bairro sustentável. Com a qualidade de vida que ganharam, os dois agora até vão de bicicleta para o trabalho.

A construção, feita sobre uma barcaça de concreto que lhe dá a estabilidade necessária, levou seis meses. Mas o momento mais emocionante foi o da chegada da nova casa ao seu porto seguro em novembro passado. Toda a vizinhança foi para terra firme para espiar sua ancoragem. Mas para o alívio de todos, a casa flutuou. E agora está lá segura, à espera de seu novo morador: o primeiro filho da família Bertram.

IMÓVEIS. ZONA NORTE mostra seu valor

IMÓVEIS. ZONA NORTE mostra seu valor

Moradoras se exercitam em equipamentos no Horto do Barreto, bairro que teve a maior valorização do metro quadrado em imóveis à venda na cidade. O aumento chega a 44%, no período de abril de 2012 a abril deste ano, saltando de R$ 3.192 para R$ 4.609.

Preço é baixo, mas falta manutenção

Uma das maiores reclamações de moradores dos 285 apartamentos da Colina é a falta de manutenção. Tanto que não são raros os casos de professores que tiram dinheiro do bolso para arcar com reformas no patrimônio da UnB. Até Cosmo Balbino, coordenador da Secretaria de Gestão Patrimonial da UnB e morador do bairro há 23 anos, já custeou melhorias onde mora. Os reparos não acontecem por uma série de motivos. O mais importante deles é a escassez de recursos.

Algumas reformas são urgentes. Nos prédios da Colina Velha, o encanamento ainda é o original, fabricado em ferro. Em algumas torneiras, o primeiro jato de água geralmente vem acompanhado de ferrugem. "Quem decide a destinação das verbas é o Conselho Diretor, mas ele deixou de existir há cinco anos", explica Balbino. O mandato dos conselheiros foi vencendo, sem que houvesse novas nomeações. O atual reitor, Ivan Camargo, já encaminhou uma lista com sugestão de nomes para aprovação da presidente Dilma Rousseff.

Só esse grupo pode se debruçar sobre o reajuste nas taxas pagas pelos moradores para ocupar os imóveis. "Tem gente que mora na Colina há 17 anos e paga R$ 193 por um apartamento de dois quartos, sem que a taxa tenha sido reajustada. Isso é impensável na capital federal. E não é suficiente para arcar com os custos", afirma Balbino. Tão insuficiente quanto os recursos é a quantidade de imóveis para professores e servidores, ainda que a UnB tenha um dos maiores patrimônios imobiliários do Distrito Federal. Atualmente, a demanda reprimida de alojamento soma exatos 675 funcionários.


1,4 mil número de imóveis da UnB no Distrito Federal


Quem frequenta
Relação de amor

Passando pelo Câmpus Darcy Ribeiro, na Asa Norte, um dia o estudante de engenharia civil Paulo Paiva, 27 anos, parou para prestar atenção naqueles prédios residenciais escondidos em um dos cantos da UnB. Gostou do ambiente da banca de revistas. Era o início da vida acadêmica e também da relação de amor - depois disputado em litígio - com a Colina. Raro é o dia que Paulão não passa por lá. Nem que seja só durante cinco minutos, para um simples oi. "Fiz amizade com a Fran e o Geraldo (marido da comerciante e também proprietário da banca). A gente é bem-tratado", conta. No meio da entrevista, ele dá mostras das amizades e da confiança que conquistou. Assume o caixa da loja enquanto a dona é fotografada.

Há algum tempo, o estudante engatou um namoro e convenceu a moça das qualidades do lugar. Quando o romance acabou, os ex-namorados tinham que decidir quem ficava com a guarda da banca. "Ficou para mim, né?", enfatiza Paulão. Morador do Lago Norte, mesmo aos fins de semana ele opta por sair de casa e ir encontrar os amigos por lá. O universitário talvez extrapole os limites da simpatia com o local.

Turismo
Para o estudante universitário, a Colina passou a ser até ponto turístico. Foi esse o primeiro lugar de Brasília que ele mostrou a duas amigas que vieram de Belo Horizonte para conhecer a capital do país, por exemplo. Prestes a se formar, antes de sair de vez da UnB Paulão já tem planos para fazer um churrasco de despedida, que, claro, deve acontecer na banca mesmo, com todos os amigos que fez ao longo do tempo em que frequentou a Colina. "Vou continuar vindo para cá. Mesmo depois de formado", promete ele.


"Vou continuar vindo para cá. Mesmo depois de formado"
Paulo Paiva, 27 anos, estudante de engenharia civil



Quem projetou
Inusitada e funcional

Paulo Marcos Paiva não sofre de cromofobia. O arquiteto explica logo que usa cor nos projetos, ao contrário de colegas de profissão. Saber disso ajuda muito a entender a concepção dos prédios que formam a Colina Nova, composta por sete blocos inaugurados em 1988 - os quatro edifícios da Colina Velha são obras de João da Gama Filgueiras Lima, o Lelé, um dos mais importantes arquitetos brasileiros. Ele venceu em 1985 o concurso aberto pelo Centro de Planejamento da UnB para a construção de novos prédios habitacionais.

A falta de manutenção adequada deixou o tempo lavar os amarelos, azuis, verdes, vermelhos e laranjas que distinguiam cada prédio. Hoje, ao vivo e em cores só se vê um pedacinho daqui e outro de lá, por força do zelo de algum morador. Os tons, selecionados com a ajuda de Athos Bulcão, compuseram até mesmo os brises, um dos elementos que garantem o conforto térmico dos apartamentos. "Na época, eu disse que era inspirado nas bandeirinhas de Volpi, mas me inspirei mesmo nas festas populares nordestinas, como a de são-joão", conta Paiva, pernambucano de Triunfo.

Os prédios voltados para o lago têm áreas vazadas na coluna do elevador. O professor ensina os nomes certos: transparência ou porosidade. A escolha resulta em uma varanda inusitada, mas não foi estética. Foi funcional. "Isso garantiu a circulação de ar para os blocos da frente", explica. Ao contrário dos prédios de Lelé, as projeções dele têm balcões, outro elemento típico do Nordeste. Tanto que muitos moradores replicam ali o uso da rede. Além disso, têm garagem e alcançam seis andares, respeitando a recomendação do limite de altura de Lucio Costa. Por dentro, a preocupação foi projetar apartamentos confortáveis, luminosos.

Os atrativos serviram para tentar professores de outros estados a virem para a UnB. "A ditadura tinha acabado, muitos professores estavam voltando e outros eram convidados a vir", relembra. Há partes incompletas do projeto, como a praça de convivência, com uma fonte no centro, que nunca saiu do papel. Olhando para seu legado, faria poucas alterações. Talvez adotaria a tendência de maior integração entre a sala e a cozinha. Para saber mais, precisaria ter tido experiência prática. Logo ele, que resistiu aos anos de chumbo na UnB e assina o projeto tão querido pelos moradores, nunca habitou a obra. "Tinha fila", resume.
















Torre Norte do Curitiba Office Park está quase pronta

A segunda etapa do Curitiba Office Park, inaugurado em 2009, já está em fase de conclusão. A Torre Norte do empreendimento, que está sendo construída pela Thá Engenharia com assessoria imobiliária da Top Imóveis, apresenta lajes de dimensões inéditas: cada um dos quatro pavimentos tem 2.410 m² de área privativa ? equivalente a 10 quadras de tênis e suficiente para abrigar 400 postos de trabalho. Out ro diferencial da edificação é atender a Life Safety Code, rigorosa norma de segurança americana. Assim como a Torre Central, que obteve certificado LEED (selo verde), a Torre Norte também contará com a certificação internacional que garante os processos sustentáveis na obra e nas operações da edificação. O Curitiba Office Park fica na junção da Linha Verde com a Avenida das Torres.

Como atuar no mercado imobiliário com vocação turística

O 8º encontro para investimentos imobiliários e turísticos do Brasil será nos dias 20 e 21 de junho em Campinas (SP). O evento, promovido pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico, terá conferências, workshops e rodadas de negócios. Entre os temas estão as oportunidades financeiras geradas pelo desenvolvimento da propriedade compartilhada como solução para empreendimentos turísticos imobiliários, estruturação de projetos para incorporação imobiliária e o que pode ser desenvolvido pela modalidade Built to Suit.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

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SC espera movimentar R$ 1 bilhão em feirões da casa própria

Calendário do Feirão da Casa Própria começa nesta sexta-feira e segue até junho em oito cidades do Estado


O sonho da casa própria pode se tornar realidade a partir desta sexta-feira. Ao todo, serão oito cidades que compõem o calendário do 9º Feirão da Casa Própria da Caixa, no qual espera-se uma movimentação de R$ 1 bilhão em negócios gerados no Estado.
O feirão que começa nesta sexta-feira na Capital e em Chapecó traz como diferencial a opção para financiamento com a primeira parcela para janeiro de 2014, sendo a oferta de imóveis a partir de R$ 87 mil .
Esta condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), concedidos no feirão ou em uma das agências da Caixa neste período.
Em Florianópolis, as 13 mil pessoas esperadas também terão mais opções de construtoras. Ao todo serão 90 empresas do setor no local, o que representa um aumento de 50% se comparado à edição anterior.
Segundo o gerente regional de habitação da Caixa Econômica Federal, Marcelo Moser, o perfil dos imóveis na Capital é variável e abrange desde terrenos, residências novas e usadas, a salas comerciais.
Moser ressalta que cerca de 40% das ofertas do feirão na Capital se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida e em torno de 20% são imóveis na faixa acima de R$ 500 mil.
Embora a participação seja maior, a Caixa tem uma previsão ainda tímida para o evento. Calcula-se que ocorra uma movimentação total de R$ 600 milhões, R$ 2 milhões a mais do volume negociado em 2012 na Capital.
Feirões seguem em junho
Em Chapecó, no Oeste do Estado, são esperados entre esta sexta-feira e domingo seis mil visitantes e uma movimentação de R$ 140 milhões em negócios iniciados no feirão, 20% a mais do que no ano passado. Em Criciúma, onde o evento ocorrerá no dia 8 de junho, o valor esperado é de R$ 76 milhões, sendo a maioria dos imóveis na faixa entre R$ 90 mil e R$ 145 mil.
Entre 12 e 16 de junho, será a vez de Blumenau, onde os imóveis serão negociados na Feira Nacional das Tecnologias da Habitação (Fenahabit). De acordo com a Caixa, o público esperado é de 45 mil pessoas e o volume negociado é de R$ 150 milhões.
Além da primeira parcela para janeiro do próxima ano, haverá a possibilidade de financiar a compra em um prazo de até 35 anos. Quem tiver interesse em solicitar crédito para casa própria no próprio feirão, deverá levar o documento de identidade, CPF e um comprovante recente de renda.
Feirões Caixa da Casa Própria em SC:
Tubarão
Onde: no Farol Shopping
Data: até 26 de maio
Horário: entre quarta-feira e sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 14h às 21h
Florianópolis
Onde: no Centro de Convenções de Florianópolis
Data: 24 a 26 de maio
Horário: sexta-feira e sábado, das 10h às 21h, e domingo, das 10h às 18h
Chapecó
Onde: no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes
Data: 24 a 26 de maio
Horário: sexta-feira, das 14h às 21h, sábado e domingo, das 9h às 21h
Joinville
Onde: no Expocentro Edmundo Doubrawa
Data: 31 de maio a 2 de junho
Horário: não informado
Criciúma e Lages
Data: 8 de junho
Locais e horários indefinidos
Blumenau
Onde: no Parque Vila Germânica
Data: 12 a 16 de junho
Horário: dos dias 12 a 14, das 13h às 21h; no dia 15, das 13h às 22h; e no dia 16, das 10h às 22h
Itajaí
Onde: na Agência Itajaí da Caixa, na Avenida Joca Brandão
Data: 15 de junho
Horário: das 9h às 17h
* A entrada nos feirões é gratuita

DIÁRIO CATARINENSE

Mercado aquecido embala feirão de imóveis em Porto Alegre

Lançamentos e vendas de imóveis na Capital aumentam e preço de apartamentos sobe

Embalado pela demanda aquecida, o 9° Feirão Caixa da Casa Própria abre as portas nesta sexta-feira em Porto Alegre com uma oferta de 32 mil imóveis. Para alcançar a meta de financiar 20% a mais em relação aos R$ 966 milhões da última edição, o evento conta com o bom momento do emprego e os juros mais baixos, o que se reflete na maior procura por crédito, aumento de vendas e lançamentos em alta.
Os dados de diferentes instituições comprovam o cenário positivo no Estado e em Porto Alegre. Dona de 70% do mercado de empréstimos imobiliários no país, a Caixa financiou R$ 2,06 bilhões no Rio Grande do Sul no primeiro trimestre, 33% a mais em comparação aos três primeiros meses de 2012. Até o final do ano, o banco projeta alcançar R$ 8,4 bilhões.
O otimismo também aparece no ritmo de lançamentos de imóveis novos na Capital. Pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon/RS) mostra que, no período de 12 meses até março, foram 5,49 mil unidades, 10% superior ao período imediatamente anterior.
E o volume de lançamentos é recorde em 12 meses para o intervalo entre abril e março desde o início da série histórica do Sinduscon, em 1995. Com as vendas em expansão, o reflexo aparece nos preços. O índice Fipe Zap, que acompanha os negócios com apartamentos na Capital desde junho do ano passado, aponta valorização acumulada de 12,5% de junho do ano passado a abril de 2013.
Apesar de o indicador apontar alta na Capital, o superintendente da Caixa em Porto Alegre, Ruben Danilo Pickrodt, entende que a pressão nos preços não é generalizada.
- Os imóveis estão mais ou menos estáveis. A dificuldade foi a supervalorização em áreas consideradas nobres - avalia Pickrodt, citando como exemplo de estabilidade as unidades do programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida.
Para Maurênio Stortti, diretor da empresa de consultoria em negócio M. Stortti, o grande número de lançamentos na Capital tende a forçar uma acomodação de preços. A oferta em alta, avalia o especialista, também pode estar mais relacionada ao estímulo de novas obras pelo ingresso de recursos de fundos imobiliários do que à procura.
- Vai haver uma grande oferta e isso gera estoques. Dentro destes estoques será possível escolher os melhores - diz Stortti, que prevê um comportamento mais seletivo dos compradores, em busca de atributos como opções de mobilidade e tempo deslocamento até o trabalho.
Quem pretende fazer negócio no feirão, no entanto, deve estar atento para não deixar o sonho da casa própria virar pesadelo. Para o economista Everton Lopes, especialista em educação financeira, é preciso lembrar existe um gasto adicional de cerca de 3% sobre o valor do imóvel com despesas de cartório e impostos, por exemplo. Outra dica é não deixar que o valor da prestação supere 25% da renda familiar líquida.
SERVIÇO
O que: 9° Feirão Caixa da Casa Própria
Data: de sexta-feira a domingo
Horário: nesta sexta-feira e sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 18h
Local: Centro de Eventos da Fiergs (Av. Assis Brasil 8787, bairro Sarandi )
Entrada: gratuita
Oferta: cerca de 32 mil imóveis (16,5 mil novos e 15,5 mil usados)
Onde: Porto Alegre, Alvorada, Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas, Eldorado do Sul, Esteio, Gravataí, Guaíba, Montenegro, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul e Viamão
O que levar: para quem tiver a intenção de fechar negócio, basta portar documento de identidade, CPF e comprovante de renda
As condições:
- Financiamento de até 100% e com prazo de pagamento de até 35 anos
- Taxas de juros a partir de 4,5% ao ano
- Imóveis com valores a partir de R$ 85 mil
- Quem contratar no período do feirão, vai pagar a primeira prestação apenas em janeiro de 2014 (válido para financiamento com recursos do FGTS e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo ou em uma das agências da Caixa)
Quem participa: 48 construtoras e 69 imobiliárias
Simulações de crédito imobiliário: www.caixa.gov.br
Mais informações sobre crédito: agências da Caixa e 0800-726-0101

Norma de Desempenho trara mais qualidade e competitividade ao setor imobiliario

Seminário contou com palestras de nove especialistas que explicaram as seis partes da ABNT NBR 15.575 e suas implicações para uma plateia de mais de 400 pessoas na quarta-feira, 22/5, na sede do Secovi-SP

Norma de Desempenho trará mais qualidade e competitividade ao setor imobiliário

O Secovi-SP (Sindicato da Habitação) realizou, em parceria com o SindusCon-SP, o seminário ?Projeto, especificações e controle de execução para atender a Norma de Desempenho de Edificações?. O evento aconteceu na sede do Sindicato na quarta-feira, 22/5.

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Secovi-SP, declarou que foram necessárias muitas horas de dedicação para a Norma de Desempenho representar, de fato, um salto da construção civil brasileira em direção àquilo que é esperado da produção de imóveis num país que vivencia acelerado processo de desenvolvimento. ?Agora, cada empresa precisa ter seu caminho de implantação, seu caminho de instruir, informar e fazer com que seus profissionais compreendam como trabalhar com a Norma?, disse Borges, na abertura do evento.
Publicada no dia 19/2 deste ano, a ABNT NBR 15.575 - Desempenho de Edificações Habitacionais, mais conhecida como Norma de Desempenho, passará a ser exigida nos projetos protocolados a partir de 19 de julho de 13.
Sérgio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, considera este um ?importante momento? da construção brasileira, escrito a várias mãos. ?Norma é para dar parâmetro de competitividade e assunto estratégico do setor. É proteção ao consumidor e à concorrência desleal", disse.
Flávio Prando, presidente em exercício do Secovi-SP, destacou as responsabilidades que a NBR 15.575 estabelece. ?A Norma de Desempenho se constitui em um novo contrato com a qualidade na incorporação e construção de empreendimentos imobiliários. De um lado, há o compromisso do setor em garantir o desempenho das habitações. De outro, há o compromisso dos usuários em cuidar para que esse desempenho não seja afetado por mau uso. Cria-se, assim, uma nova cultura, com direitos e obrigações devidamente ajustados?, disse Prando.
No primeiro painel do evento, Carlos Borges definiu a Norma de maneira simples. "A Norma de Desempenho procura traduzir as necessidades humanas, numa visão de longo prazo, em requisitos técnicos. O mais importante dela é a questão da vida útil e da qualidade no longo prazo. As responsabilidades são mais claras e rastreáveis", afirmou.
O vice-presidente do Secovi-SP destacou a importância da troca do nome da NBR 15.575, que antes estabelecia sua aplicação para edifícios habitacionais de até cinco pavimentos, para edifícios com quaisquer números de pavimentos, tornando-a mais abrangente. Embora haja reclamações da dificuldade de sua adoção por uma parte do setor, Borges afirmou que a Norma é factível e absolutamente aplicável por empresas de quaisquer portes.
O coordenador da Comissão de Estudos de revisão da Norma de Desempenho, Fábio Villas Boas, afirmou que a Norma é obrigatória e deve ser cumprida. ?Ela deve ser usada ao nosso favor. Documentando todo o processo, as empresas estarão respaldadas?, disse. ?A vantagem da Norma é o ?jogo combinado?, já que ela tem o caráter de explicitar as coisas. Com o seu uso, fica muito claro o que será entregue ao cliente.?
Para Maria Angélica Covelo Silva, da NGI Consultoria e Desenvolvimento, mais importante do que a Norma é a metodologia por trás dela. No segundo painel do seminário, a engenheira lamentou a falta de cultura dos profissionais brasileiros para especificar por desempenho. ?A Norma não é complexa, nós é que tivemos o mau habito de não exigir desempenho de nada", declarou.
Painéis apresentam as seis partes da Norma de Desempenho
Vera Hachich, engenheira da Tesis, falou sobre a importância de se fazer ensaios de materiais em laboratório para testar desempenho e durabilidade em conformidade às normas técnicas. Já Jorge Batlouni Neto, do SindusCon-SP, e Francisco Graziano, da Poli-USP, falaram sobre desempenho de estruturas. Engenheira do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Luciana Oliveira apresentou a parte referente ao desempenho de fachadas e paredes.
Ercio Thomaz, do IPT, no painel sobre desempenho de pisos, comentou que a acústica é um dos principais problemas identificados como não atendimento aos requisitos de desempenho, gerando muitas reclamações de moradores importunados pelo barulho que passa de um apartamento para outro. Uma das soluções apontadas por ele é a instalação de piso flutuante, que usa uma manta entre o piso e a laje, e também precisa atender normas de instalação.
Sobre desempenho de coberturas, um dos requisitos da Norma é que essas tenham resistência para outras cargas além do telhado, como granizo, informou Ricardo Pina, coordenador de um dos grupos de trabalho da Norma. Já o forro, para coberturas que necessitam dele, deve suportar o peso de objetos que serão instalados, como luminária e varal.
?Fator decisivo para a Norma de Desempenho engrenar será a sua exigência por parte de quem especificar os projetos?, disse Maria Angélica ao final do evento.

Aluguel novo sobe quase 8% em Sao Paulo

No mesmo período, IGP-M, que reajusta contratos de locação em andamento, evoluiu 7,30%

Contratos de aluguel residencial firmados em abril na cidade de São Paulo apresentaram valores médios 1% superiores aos do mês anterior, de acordo com pesquisa efetuada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). No acumulado de 12 meses (maio de 2012 a abril de 2013), a alta atinge 7,96%, percentual maior que os 6,49% da inflação oficial do período (medida pelo IPCA) e que a variação do IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, de 7,30%. ?De todo modo, ao contrário de um ano atrás, quando a variação do aluguel era muito superior ao IGP-M, agora os dois indicadores caminham bem próximos e a nossa expectativa é de que continuem assim nos próximos meses?, diz Walter Cardoso, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP.

Os imóveis que tiveram as maiores altas em abril foram as unidades de 1 dormitório, que registraram elevações no aluguel da ordem de 1,5%. Já os valores de locação das residências de 2 quartos subiram 0,9% e os das unidades de 3 dormitórios, 0,5%.

No período analisado, o fiador foi a garantia mais utilizada, respondendo por 47% dos contratos de locação. Outro tipo de garantia muito usado foi o depósito de até três aluguéis, mecanismo presente em 32,5% dos imóveis locados. O seguro-fiança foi o instrumento jurídico garantidor de 20,5% das unidades alugadas.

As casas e os sobrados foram locados mais rapidamente do que os apartamentos em abril. Enquanto o primeiro tipo de moradia foi escoado em um período médio entre 13 e 30 dias, os apartamentos tiveram IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em número de dias quanto tempo se espera até que a assinatura do contrato de aluguel, que oscilou de 18 a 37 dias.

EVOLUÇÃO DO VALOR MÉDIO DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL

OBS: Trata-se do comportamento dos preços praticados no fechamento de contrato de aluguel Não se trata de reajuste de contrato vigente. Nunca deverá ser utilizado como índice de reajuste de contrato de locação, e muito menos para despesas de condomínios.

Imóvel pode ter financiamento revisto

da Redação

.     Com base na Lei no 8.692/93, a ministra Maria Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), garante o direito dos proprietários de imóvel de pedir revisão dos contratos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), quando há comprometimento de renda. "Os mutuários que estiverem nessa situação podem renegociar a dívida
Foto: Divulgação


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A Justiça tem concedido liminares, disse advogado
de acordo com seu rendimento atual, conforme o percentual inicialmente acordado que, por lei, não pode ultrapassar 30%", recomendou João Bosco Brito, assessor jurídico da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa).

Segundo o advogado da entidade, o que vem acontecendo é o mutuário ter o financiamento negado devido à diminuição da renda, pois quando assina o contrato de compra e venda o consumidor não é alertado dos riscos de não ter o financiamento negado pelo banco.

Além disso, muitos acabam perdendo o subsídio do 'Minha Casa Minha Vida', por conta da valorização da propriedade exceder o limite de R$ 190 mil do programa do governo. "Nesses casos, o mutuário pode entrar com ação na esfera judiciária para garantir o financiamento dentro das possibilidades de quando fechou o contrato, com base nessa jurisprudência", acrescentou Brito.

Para ele, é obrigatório por lei ter uma cláusula no documento que estabeleça o valor das prestações conforme o rendimento do consumidor. "No contrato deve conter uma previsão de quanto o mutuário deverá pagar no financiamento, após receber as chaves do imóvel. Essa quantia deve ser no máximo de 30% da composição da renda familiar do comprador", explicou.

O advogado informou que, apesar de situações como essas serem comuns, ainda falta conhecimento do consumidor para fazer valer o que foi acordado. "Aconselhamos o adquirente a procurar a Justiça, para que a correção do valor do imóvel seja feita com base na data pré-estabelecida em contrato, de acordo quando fechou o negócio", disse. "O poder judiciário tem concedido liminares para que o proprietário consiga fazer o financiamento dentro dos limites de sua renda", afirmou.

Outra indicação de João Bosco é, no momento de entrar com ação na Justiça, pedir imediatamente uma liminar para que enquanto forem revistos os valores das prestações, o nome do comprador não seja incluso nos órgãos de proteção ao crédito. "Caso o banco negue a antecipação de tutela, o mutuário deve notificar a instituição financeira de que fará o depósito das parcelas em juízo. A resposta deve ser dada em dez dias. Em caso negativo, cabe retornar com a ação original", ressaltou Brito.

Mais informações no site da Amspa (www.amspa.com.br).

Confira a íntegra da sentença da ministra Maria Isabel Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ): www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/21267017/embargos-de-declaracao-no-recurso-especial-edcl-no-resp-409431-ms-2002-0012120-0-stj/inteiro-teor

Vendas de imóveis novos em São Paulo sobem 27,1% no primeiro trimestre de 2013


Shutterstock


Segundo Secovi-SP, resultados de março do mercado de imóveis novos foram "surpreendentes"

Rodrigo Louzas

Pesquisa divulgada na semana passada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) mostra que as vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo totalizaram 4.087 unidades em março, alta de 83,9% ante os 2.223 imóveis vendidos em igual mês de 2012. A entidade avaliou o resultado da pesquisa como "surpreendente".

Os resultados também foram positivos em relação aos lançamentos de imóveis, que de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), atingiram 2.845 unidades, com aumento de 80,35% em relação às 1.578 unidades de igual mês do ano passado.
Com esses resultados, o mercado imobiliário na cidade de São Paulo fechou o primeiro trimestre com 6.862 unidades vendidas, o que representa uma alta de 27,1% se comparado ao resultado de 5.400 imóveis comercializados de janeiro a março de 2012.
Até março, as vendas na Região Metropolitana de São Paulo somaram 11.496 unidades, um crescimento de 18,5% diante dos 9.703 imóveis residenciais de igual período de 2012. Para este ano, ainda está prevista a entrega de 580 mil m² de escritórios.
Apesar dos indicadores positivos, o vice-presidente da área, Emílio Kallas, acredita que o mercado imobiliário ainda corre riscos. "As restrições impostas pela prefeitura à aprovação de projetos são absurdas. Aliando os altos preços dos terrenos às inumeráveis contrapartidas, o setor não vai manter esse ritmo de crescimento", asseverou, completando que para reverter essa perspectiva é necessária a revisão das legislações que regem a produção imobiliária.
 Clique aqui e confira a íntegra da Pesquisa do Mercado Imobiliário do primeiro trimestre de 2013.


Aumenta a procura por usados em São Paulo, afirma administradora de imóveis

Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress
A venda de imóveis usados cresceu 26% no primeiro trimestre deste ano em São Paulo. A alta foi de 6% no mesmo período do ano passado. Os dados são da Lello Imóveis, administradora de imóveis da capital paulista.
A urgência dos compradores pela moradia é um dos fatores que têm estimulado o crescimento do mercado secundário de imóveis.
Parcelamento da entrada é uma vantagem de comprar imóveis na planta
"Os imóveis de terceiros têm a vantagem de serem disponibilizados praticamente no ato para os compradores", destaca Roseli Hernandes, diretora da Lello.
Outro fator é o preço mais em conta que o dos novos.
Ainda segundo levantamento da empresa, na cidade de São Paulo, o metro quadrado de um imóvel usado pode ser de 20% a 50% mais barato que o de um novo na mesma região.
DESCONFIANÇA
A desconfiança quanto ao mercado financeiro e às construtoras é outro fator que aproxima o público dos imóveis usados.
"Os bancos cobram muitas taxas para financiar o imóvel na planta e eu tinha medo porque via muitos casos de atraso na entrega na TV", afirma a aposentada Ruth Oliveira, 70, que comprou um apartamento reformado no centro de São Paulo em 2012.
"Queria algo que eu pudesse comprar e entrar."
Poder ver o imóvel antes do negócio tranquiliza o comprador, de acordo com Roseli Hernandes, da Lello. "Ele sabe exatamente o que está comprando e, por isso, a chance de se arrepender depois é menor", diz.
RETOMADO
Imóveis retomados na Justiça por inadimplência podem ser uma alternativa para quem procura preços mais baixos. O cuidado, no entanto, deve ser redobrado nesses casos.
O problema, afirma a ABMH (Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação), é que, depois de retomar os imóveis, os agentes financeiros não se dão ao trabalho de despejar o morador.
O encargo leva tempo, traz custos e, depois da compra, passa a ser do novo proprietário do local.
Uma precaução recomendada pela entidade é visitar o imóvel. Mesmo uma caixa de papelão no meio da sala pode indicar que ele está ocupado. Se assumir o risco, o ideal é tratar primeiramente com o ex-dono. Caso isso não surta efeito, deve-se levar o caso à Justiça.

Saiba usar o FGTS na compra da moradia

Imóvel deve ter preço máximo de R$ 500 mil e não ter sido negociado com recursos do fundo nos último três anos

Trabalhador não pode ter imóvel na mesma cidade ou região metropolitana em que pretende comprar

A aquisição de um imóvel é uma boa oportunidade para o trabalhador resgatar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O dinheiro do fundo pode ser usado para pagamentos à vista na compra de um imóvel ou para amortizar parcelas do financiamento.

Como o FGTS tem uma rentabilidade baixa (3% ao ano, mais Taxa Referencial, atualmente zerada), quanto antes o trabalhador usar o dinheiro, mais vantajoso.

O produtor cultural Elder Gartner, 28, utilizou R$ 17 mil do seu FGTS no financiamento de um imóvel na região da Praça da Árvore, zona sul da cidade de São Paulo.

"Desde o começo pensei em usar o fundo, pois queria dar o máximo de entrada", diz. O valor se somou a R$ 20 mil em dinheiro que o consumidor tinha e a um financiamento de R$ 250 mil.

Algumas regras, porém, limitam o saque do fundo.

O FGTS só pode ser usado na compra de moradia e na cidade ou região metropolitana onde o comprador já resida ou exerça a principal atividade profissional.

Outra regra importante é que a pessoa não pode ter outro financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) no país, nem ser proprietário de imóvel na mesma cidade ou região metropolitana.

Além disso, o comprador precisa estar há mais de três anos sob o regime do FGTS e o imóvel não pode ter sido objeto de aquisição com o fundo há menos de três anos.

LIMITE DE R$ 750 MIL

A regra mais polêmica é o limite de valor do imóvel, que, em 2009, subiu de R$ 350 mil para R$ 500 mil.

Bancos, construtoras e consultores têm defendido uma nova elevação, desta vez para R$ 750 mil.

"O teto do FGTS está defasado. Ele tem de ser atualizado à necessidade de mercado", diz Celso Amaral, diretor corporativo do Geoimovel, empresa de informações imobiliárias.

Uma das possibilidades, afirma, seria regionalizar o valor máximo permitido, adequando o limite aos padrões do mercado de cada local.

"Aumentando o teto, você está aquecendo o mercado, mas está ampliando o saque do FGTS, que é essencial para financiar a habitação social", afirma Teotônio Rezende, diretor de habitação da Caixa Econômica Federal.

Uma elevação precisaria ser aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Procurado, o Ministério da Fazenda, que faz parte do CMN, afirmou que não vai se pronunciar sobre o tema.

Na compra de imóveis por meio de consórcios, o FGTS pode ser usado para dar um lance e tentar antecipar a carta de crédito (leia na pág. 4).

No primeiro caso, a Caixa se compromete a retirar do FGTS a quantia solicitada para o lance, mas a liberação só é concretizada se esse lance for vencedor.

As regras são as mesmas das aplicadas ao financiamento imobiliário, inclusive o limite de R$ 500 mil.

Segundo Maurício Maciel, diretor da Caixa Consórcios, desde o início da regra, em 2009, só 2,5% dos consorciados usaram o fundo.

A explicação, diz, é que 70% dos clientes têm outro imóvel na cidade, ou financiamento, e não estão adequados à norma do fundo.